Mundo
26/08/2008 - 15h04

Veteranos criticam Obama em novo anúncio

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colaboração para a Folha Online

Um grupo de veteranos do Iraque e do Afeganistão lançou um anúncio pedindo que o democrata Barack Obama reconheça o sucesso do envio de tropas adicionais ao Iraque.

"Senador Barack Obama liga as melhoras no Iraque a tudo, menos ao aumento das tropas", diz o sargento Gabriel Herrera, um dos membros do grupo Veteranos pela Liberdade.

"Mas eu sei que o aumento funcionou. Eu estava lá", acrescenta Travis Quinlan.

O aumento das tropas citado pelos veteranos refere-se, como aponta reportagem da CNN, à decisão do presidente George W. Bush de enviar 30 mil soldados adicionais ao Iraque em janeiro de 2007.

O candidato republicano John McCain apoiou desde o início a decisão e hoje, ao proclamar o sucesso do confronto, sempre cita o reforço das forças americanas como um dos principais motivos. Já Obama é contrário ao conflito e foca suas propostas em trazer os soldados americanos de volta para casa.

O anúncio de 30 segundos intitulado "I am the surge" (Algo como "Eu faço parte do aumento das tropas") será exibido em Denver, sede da Convenção Nacional Democrata.

O evento, que deve oficializar a candidatura de Obama, focará nesta quarta-feira no tema "Garantindo o futuro da América" e deve fazer uma homenagem aos veteranos americanos.

Segundo reporta a CNN, o grupo gastará US$ 1,1 milhão para exibir o anúncio por quatro semanas. Além de Denver, a propaganda deve ser exibida nas redes de televisão de Minneapolis, Ohio, Michigan e Colorado.

"Então peça para Obama, o provável candidato democrata à Presidência, seguir a liderança dos senadores Joe Lieberman e Lindsay Graham e mencionar a resolução [do Senado] que reconhece o sucesso do aumento de tropas no Iraque", continua o comercial.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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