Mundo
26/08/2008 - 23h20

Democratas miram Bush e criticam McCain, na 2ª noite da convenção

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da Folha Online

Na segunda noite da convenção nacional de seu partido em Denver, os democratas partiram para o confronto com os republicanos e não pouparam esforços para ligar o candidato adversário, John McCain, às políticas do governo George W. Bush que são alvo de críticas do eleitorado.

Primeiro o delegado democrata por Illinois, Rahm Emanuel, foi saudado pelo público, quando resumiu a crítica a McCain em uma pergunta. "Esta eleição se trata de uma simples questão. Nós queremos mais quatro anos de Bush-McCain ou nós queremos a mudança que precisamos?", afirmou, segundo a CNN.

Em seguida, o delegado democrata de Ohio e duas vezes candidato presidencial do partido, Dennis Kucinich, pediu que os americanos "acordassem", ao criticar a administração Bush. "Se tivéssemos uma Olimpiada para erros de gestão, esta administração levaria a medalha de ouro", disse.

O discurso do governador da Virgínia Mark Warner também tomou a mesma linha. Menos mordaz, ele afirmou que a Presidência "não será ganha por um candidato preso ao passado", em referência a McCain.

"Duas guerras, um planeta sofrendo com aquecimento global, uma política energética que diz 'Vamos pegar dinheiro emprestado da China para comprar petróleo de países que nos odeiam'. Quantas pessoas olham para isso e se perguntam o que o futuro guarda para elas" Para seus filhos? Seu país? Quantas?", questionou Warner.

Hillary

Em seguida, era aguardado o discurso da ex-primeira-dama Hillary Clinton, o principal do segundo dia da Convenção Nacional do partido. A senadora tem a missão de convencer seus mais fiéis eleitores a apoiarem o candidato Barack Obama.

Considerada por muito tempo a favorita para a Presidência, Hillary perdeu a nomeação após uma acirrada disputa com Obama. Agora, ela tem que deixar os ataques de lado por um objetivo maior: a união partidária.

"Não há nenhuma dúvida de que esta convenção é a convenção de Barack Obama", disse, nesta segunda-feira ao chegar em Denver, onde acontece a convenção até esta quinta-feira (28).

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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