Hillary libera delegados para votarem em Obama
colaboração para a Folha Online
Como esperado, a senadora Hillary Clinton reuniu-se com seus delegados na tarde desta quarta-feira e os liberou para declararem voto ao candidato presidencial democrata Barack Obama quando os votos forem confirmados na terceira noite da Convenção Nacional Democrata.
"Esta foi uma temporada de primárias tão competitiva", disse Hillary aos seus delegados em uma das salas do Centro da Convenção de Denver. "Eu quero que vocês saibam que foi um prazer. Eu vivi bons momentos tentando", disse a senadora, segundo reportagem da CNN.
Embora tenha saído oficialmente da corrida democrata no começo de junho, Obama pediu que o nome de Hillary fosse incluído na lista de pré-candidatos à nomeação como um gesto simbólico de união partidária.
Em troca, Hillary --que discursou nesta terça-feira pedindo que seus eleitores apóiem Obama-- liberou seus delegados para declarar voto em Obama e mostrar ao país que a disputa acirrada ficou no passado e Obama é unanimidade entre democratas.
"Eu acredito que como democratas e como americanos nós deixaremos Denver unida", disse aos delegados.
Segundo reportagem da CNN, Hillary contou à delegação que ela esperou a oportunidade para falar com todos de uma vez só para que pudesse liberar todos.
"É tradição quando temos nomeações que façamos o chamado dos votos, que tenhamos candidatos que procuram por modos de garantir que sairemos daqui prontos para ganhar em novembro", continuou a ex-primeira-dama, considerada favorita para as eleições deste ano até ser derrotada pelo novato Obama.
Muita controvérsia envolveu o papel dos cerca de 1700 delegados conquistados por Hillary nas primárias. No mês passado, aponta a CNN, Hillary admitiu que liberá-los para votarem nela poderia causar uma "catarse".
Se não uma catarse, com certeza enviaria um sinal claro de que o Partido democrata continua dividido entre os partidários de Obama e os fiéis seguidores do casal Clinton.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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