Mundo
28/08/2008 - 16h54

Equipe de McCain lançará comercial surpresa durante discurso de Obama

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colaboração para a Folha Online

Desde o começo da manhã desta quinta-feira, a equipe de campanha do republicano John McCain está divulgando informações sobre um comercial no qual o próprio McCain falará diretamente ao seu rival democrata, o presidenciável Barack Obama.

Segundo a campanha republicana, o novo anúncio será exibido esta noite. Em reportagem, o "New York Times" indica que a nova propaganda será maciçamente exibida durante os minutos em que Obama sobe ao palco do estádio Invesco Field para o aguardado discurso no qual aceita a nomeação.

Enquanto isso, aponta o "NYT", a campanha democrata já circula um post do blog The New Republic, no qual Jason Zengerle escreve sobre o anúncio e crítica: "O modo como a campanha de McCain jogou com a mídia nesta semana é algo a se destacar".

Para provocar os eleitores --e principalmente os democratas-- a porta-voz da campanha de McCain, Jill Hazelbaker, foi a um programa de televisão na manhã desta quinta-feira dizer que o anúncio será "histórico".

"Eu acho que este será o primeiro do tipo. O senador McCain falará diretamente para a câmera para Barack Obama. Eu não vou divulgar mais detalhes que isso. Mas é suficiente dizer que será um anúncio muito excitante e acho que atrairá muita atenção", disse, citado pelo "NYT".

Jill disse apenas que o anúncio será exibido em Estados considerados cruciais para as eleições de 4 de novembro.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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