Mundo
28/08/2008 - 17h09

Grupos contrários ao aborto protestam na Convenção Democrata

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da Efe, em Denver

Grupos contrários ao aborto aproveitaram o espetáculo gerado pela Convenção Nacional Democrata para protestar contra a postura do candidato democrata Barack Obama, que defende o direito da mulher ao aborto.

Durante o evento, em Denver, alguns ativistas dos direitos da mulher afirmaram que Obama se transformará, se chegar à Casa Branca, no primeiro presidente "pró-escolha", como são chamados os defensores do direito da mulher de decidir sobre o aborto.

O próprio Obama já declarou fazer parte deste grupo, mas ressalta que quer trabalhar com os mais conservadores para reduzir o número elevado de abortos nos Estados Unidos.

A postura do candidato democrata enfureceu os grupos anti-aborto, que no começo da semana colocaram um grande cartaz na encosta de uma montanha com o lema "Os democratas destroem as crianças não nascidas", destacando as letras DNC, que, em inglês, são a sigla de Partido Democrata Nacional.

Horas depois de colocarem o cartaz, visível a mais de 15 quilômetros, os manifestantes tiveram que retirá-lo, a pedido da polícia.

Nesta quarta-feira à noite, a polícia deteve treze ativistas contrários ao aborto, entre eles o fundador do grupo "Operação Resgate", Randall Terry, após bloquear uma das entradas à Convenção Democrata.

Cerca de 50 policiais cercaram os manifestantes, que rezaram sentados na entrada da Convenção.

Terry foi detido entre gritos de "não votem em Obama" e foi levado em um furgão policial com as mãos algemadas.

Outro grupo pró-vida se concentrou nos arredores do Hotel Sheraton, no centro de Denver, onde a presidente da Casa dos Representantes, Nancy Pelosi, e a senadora Hillary Clinton participaram de um ato do grupo "Emily's List", de apoio às mulheres na política.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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