Mundo
28/08/2008 - 18h30

Com convenção nacional, Obama volta a liderar pesquisa

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colaboração para a Folha Online

No dia em que aceitará a nomeação democrata, o presidenciável Barack Obama aparece liderando novamente pesquisa de intenção de votos. Segundo a sondagem Gallup, realizada durante a Convenção Democrata, o senador conta com 48% das intenções de voto contra 42% do republicano John McCain.

Para o instituto de pesquisa, o resultado favorável de Obama após um período de empates é o primeiro sinal do típico salto causado pela atenção gerada em torno da convenção, com a oficialização da candidatura e diversos discursos favoráveis ao democrata.

Tradicionalmente, logo após as convenções, há um aumento médio de cinco pontos percentuais nas intenções de voto para o candidato.

Por enquanto, Obama conquistou três pontos percentuais e assumiu a liderança desde a última pesquisa Gallup, realizada entre 22 e 24 de agosto, logo antes do evento em Denver, Colorado, que colocava os dois candidatos empatados com 45% das intenções de voto cada.

Segundo a sondagem, 5% dos eleitores não têm preferência entre os candidatos, 1% pretende votar em outro candidato e 4% não pretendem votar.

Discurso histórico

Os resultados oficiais desta convenção devem aparecer somente nas sondagens do fim de semana, após o tão aguardado discurso de Obama no estádio Invesco Field, para 75 mil pessoas na noite desta quinta-feira.

Conhecido por sua retórica refinada, o democrata transformou o seu discurso em um espetáculo, com direito a celebridades da música americana como Stevie Wonder, Sheryl Crow, Will.i.am e Jennifer Hudson.

Justamente para conter o crescimento de Obama nas pesquisas, a equipe de McCain planeja anunciar o candidato a vice-presidente republicano nesta sexta-feira. O anúncio deve atrair a atenção dos jornalistas e dos eleitores e preparar o momento para o início da Convenção Nacional Republicana, que começa na próxima segunda-feira (1º).

A sondagem foi realizada com 2.723 eleitores entre 25 e 27 de agosto.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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