Governadora do Alasca será vice do republicano McCain
da Folha Online
Atualizado às 13h18
O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, escolheu a governadora do Alasca, Sarah Palin, como vice em sua chapa, informaram a rede de TV CNN e o jornal "The New York Times" nesta sexta-feira, a poucas horas do evento no qual espera-se que a escolha --uma surpresa para analistas e imprensa-- seja confirmada.
| Brian Wallace/AP |
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| A governadora do Alasca, Sarah Palin, foi escolhida como vice na chapa de McCain |
Palin, 44, é a primeira mulher e a mais jovem a assumir o governo do Alasca. Ela faz contraponto à idade de McCain, que completa 72 anos nesta sexta, e pode ajudá-lo a conquistar o eleitorado feminino. Por outro lado, conforme observa o "NY Times", Palin, que assumiu o governo do Alasca há apenas dois anos, pode representar uma ameaça a um dos argumentos mais utilizados pelos republicanos contra o candidato democrata, Barack Obama --o argumento da inexperiência.
Sarah tem reputação de apoiar padrões éticos firmes. Segundo o "NY Times", ela é tida como uma cristã conservadora e se descreve como "mãe do hóquei". Na primeira sessão legislativa de seu governo, Palin aprovou uma legislação para endurecer os limites éticos.
Mais cedo, o favorito à vaga, o governador de Minnesota, Tim Pawlenty, havia afirmado a uma rádio estadual que não iria hoje para a cidade de Dayton, em Ohio. Outro cotado que também já tinha negado a escolha, desta vez ao canal Fox News, era o ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney.
O anúncio de McCain acontece no dia seguinte ao término da Convenção Nacional Democrata --provavelmente para assumir a atenção que, durante toda a semana, foi dedicada aos rivais. A Convenção Nacional Republicana começa na segunda-feira (1º).
Democratas
Ontem, a Convenção Democrata chegou ao auge com o discurso de aceitação da candidatura feito pelo senador Barack Obama em um estádio, diante de mais de 75 mil pessoas. Ele havia anunciado seu candidato a vice, Joe Biden, no sábado passado (23). Na ocasião, os analistas disseram que a escolha de Biden visaria colocá-lo em confronto direto com McCain de forma a poupar a imagem de Obama.
No discurso de ontem, porém, Obama partiu para o ataque a McCain. Disse que ele seria a continuação do governo de George W. Bush; que defende a concessão de "incentivos fiscais a corporações que transferem nossos empregos para fora do país"; que não é favorável ao desenvolvimento de formas alternativas ao petróleo; e que "não entende a classe média".
"Estamos aqui porque amamos muito este país para permitir que os próximos quatro anos não sejam como os últimos oito", disse Obama.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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