Mundo
29/08/2008 - 19h08

Bush elogia escolha de Palin para vice de McCain

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da Efe

A escolha da governadora do Alasca, Sarah Palin, como candidata republicana à Vice-Presidência é uma decisão "eletrizante", afirmou nesta sexta-feira o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.

O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, anunciou hoje a escolha de Palin como sua vice. Os dois compareceram juntos em um ato em Dayton, no estado de Ohio, onde a governadora declarou que "é o momento em que os princípios e a independência política importam muito mais que a simples linha partidária".

Em comunicado, Bush descreveu Palin como "uma reformista, uma sensata administradora do dinheiro dos contribuintes e uma obstinada promotora da responsabilidade no governo".

A governadora, assegurou o presidente, "é um exemplo maravilhoso do espírito dos EUA "e com sua escolha, McCain "demonstrou mais uma vez seu compromisso de reformar Washington".

"A decisão é um exemplo a mais de porque o povo americano pode ter certeza que (McCain) tomará decisões sensatas e governará o país com confiança".

Estratégia republicana

Aos 44 anos, e com apenas dois de experiência como governadora, Palin se destacou por sua tenacidade para combater o desperdício público. A sua ascensão política também contou com a ajuda de sua boa aparência, que há 20 anos lhe rendeu uma final no concurso de Miss Alasca.

Com o anúncio de hoje, McCain tirou um pouco do foco midiático de Barack Obama, que encerrou ontem a convenção democrata com um discurso memorável.

"Ela é exatamente o que eu preciso. É exatamente o que o país necessita", disse McCain no comício na Universidade Estadual Wright, em Dayton.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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