Mundo
01/09/2008 - 15h14

Obama retorna a Chicago para monitorar furacão Gustav

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da Associated Press, em Detroit
colaboração para a Folha Online

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, cancelou seus planos de campanha para esta segunda-feira para retornar a Chicago, Estado por onde é senador, e monitorar os efeitos da passagem do furacão Gustav na costa americana no golfo do México.

A campanha democrata disse nesta segunda-feira que Obama pode revisar ainda seus planos de campanha na Pensilvânia e em Ohio, nesta semana.

Por enquanto, ele cancelou os planos de passar a noite desta segunda-feira em Milwaukee e de um pequeno evento de campanha lá na manhã desta terça-feira.

Os 16 escritórios de campanha de Obama na Carolina do Norte pediram alimentos não-perecíveis para ajudar as vítimas de Gustav. Segundo porta-voz de Obama, outros escritórios estaduais podem fazer o mesmo.

Efeitos

O furacão Gustav, que tocou território americano na manhã desta segunda-feira, na costa sul dos Estados Unidos, obrigou o Partido Republicano a esvaziar a abertura da Convenção Nacional e transformá-la em uma "reunião de negócios".

Segundo Rick Davis, coordenador da campanha do republicano John McCain, a abertura irá durar cerca de duas horas e tratar "apenas de negócios", abrindo mão da "retórica política". Entre as atrações previstas estão os pronunciamentos da primeira-dama, Laura Bush, e da mulher de McCain, Cindy McCain.

Conforme informações do site da revista "Time", nos pronunciamentos, Laura vai apresentar um vídeo no qual governadores de diversos Estados irão agradecer os delegados pelo apoio. Já Cindy deve pedir ajuda para arrecadar fundos que serão aplicados na reparação de danos que o furacão causar.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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