Mundo
01/09/2008 - 16h00

Republicanos esperam retomar agenda da convenção nacional

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da Efe, em St. Paul

O diretor da campanha republicana, Rick Davis, confirmou nesta segunda-feira que o presidenciável John McCain aceitará a candidatura em Saint Paul, como estava previsto, e se mostrou otimista em retomar a agenda inicial da convenção nacional, alterada sob alerta do furacão Gustav.

Os atos previstos para este primeiro dia de evento, no Xcel Energy Center, no centro da cidade de Minnesota, foram reduzidos ao "estritamente necessário", já que Gustav atingiu o continente na Louisiana e levou a retirada de 2 milhões de pessoas.

Em coletiva de imprensa nesta segunda, os organizadores da reunião adotaram um tom positivo sobre a perspectiva de restabelecer a agenda prevista durante o resto da semana. "Estamos mais otimistas em relação à ontem", disse Davis.

McCain chegou a dizer neste domingo que poderia aceitar a nomeação de seu partido como candidato presidencial por teleconferência falando de algum dos Estados afetados por Gustav.

"Não temos absolutamente nenhuma previsão de que o senador McCain vá receber a nomeação em outro lugar que não seja St. Paul. Não contamos com planos de contingência para fazê-lo fora da cidade", afirmou Davis.

A agenda original da convenção previa discursos do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, do vice-presidente, Dick Cheney, e da primeira-dama, Laura Bush. No entanto, os organizadores decidiram limitar os discursos com conteúdo político e se restringir aos trâmites necessários para iniciar formalmente a convenção.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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