Em evento burocrático, republicanos aprovam nova plataforma
colaboração para a Folha Online
Depois de mais de uma hora de intervalo, os republicanos reiniciaram a Convenção Nacional Republicana para aprovar a nova plataforma do partido, com as diretrizes que devem orientar seus políticos eleitos nos próximos quatro anos.
Em um evento de tom burocrático e sem o clima de grande espetáculo que marcou o evento democrata, o legislador Kevin McCarthy subiu ao palco para apresentar aos delegados o novo texto que "tem a metade do peso e o dobro da ousadia" da plataforma anterior.
"O texto anterior tinha 40 mil páginas que não eram lidas por ninguém", disse McCarthy, em referência ao texto que citava o nome do presidente George W. Bush em praticamente todas as páginas.
Normalmente moldadas em torno das políticas de seu candidato presidencial, a plataforma deste ano é marcada pela ausência do nome do candidato presidencial John McCain. Sob críticas de que é liberal demais para os republicanos --um partido historicamente associado ao conservadorismo--, McCain preferiu deixar suas propostas somente para a campanha presidencial.
"A nossa nova plataforma é a defesa do cidadão americano comum, do modo de vida americano, da paixão por liberdade, dedicação à Constituição que protege e preserva a liberdade", disse ainda McCarthy.
Em uma seqüência de críticas indiretas, McCarthy disse ainda que a nova plataforma republicana vai provar que há diferença entre os partidos.
"Existem pessoas que não querem usar os recursos americanos e isso significa mais petróleo do Iraque. Nós descordamos.", disse, sob aplausos.
"Existem pessoas que acreditam que Washington tem todas as soluções. Nós acreditamos que a solução está em cada cidade deste país, acreditamos em mais responsabilidades das esferas menores e menos burocracia", continuou.
Sob o grande tema da noite --o país em primeiro lugar--, o legislador disse: "a plataforma mostra que nós somos mais que republicanos, somos americanos e os americanos merecem apenas o melhor."
União
Segundo o senador Richard Burr, outro membro do comitê responsável por redigir o texto, a plataforma "é sobre o futuro e não o passado, é sobre idéias e não personalidade, é sobre construir uma América maior e não um governo maior".
"A plataforma está baseada no conhecimento acumulado por gerações e mostra o que o governo pode conquistar ao confiar nas suas potencialidades. É uma estrada para uma América melhor".
Burr também aproveitou a oportunidade para criticar indiretamente os democratas, ressaltando a união dos republicanos em torno de seu candidato John McCain. a união partidária foi o grade tema da convenção democrata que contou com pedidos insistentes para que os eleitores apoiassem Barack Obama.
"Somos unidos porque temos princípios coerentes que falam com todos os americanos, republicanos, independentes e até liberais", disse.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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