Mundo
02/09/2008 - 08h00

McCain arrecada ao menos US$ 47 milhões em agosto

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da Efe, em Washington
da Folha Online

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, arrecadou ao menos US$ 47 milhões (R$ 77,2 milhões) em agosto, seu melhor mês até o momento, informou sua equipe de campanha nesta segunda-feira.

"São mais de US$ 47 milhões e ainda estamos contando", disse o porta-voz de McCain, Brian Rogers, durante a Convenção Nacional Republicana, realizada nesta semana em St. Paul, no Estado de Minnesota (EUA).

Rogers disse que US$ 10 milhões (R$ 16,4 milhões) desses mais de US$ 47 milhões foram arrecadados nos últimos três dias do mês, depois de McCain anunciar a governadora do Alasca, Sarah Palin, como sua candidata à vice-Presidência.

O recorde anterior de arrecadação de McCain foi em julho, quando o senador conseguiu US$ 27 milhões (R$ 44,3 milhões).

O candidato presidencial democrata, Barack Obama, ainda não divulgou seus números de agosto. Em julho, o senador por Illinois arrecadou US$ 51 milhões (R$ 83,8 milhões).

McCain e Palin serão anunciados oficialmente como candidatos à Presidência e à vice-Presidência dos Estados Unidos durante a convenção desta semana.

Rogers antecipou que o Partido Republicano e McCain esperam ter entre US$ 224 milhões (R$ 368 milhões) e US$ 240 milhões (R$ 394 milhões) disponíveis para a campanha na próxima semana, incluindo US$ 85 milhões (R$ 139 milhões) em financiamento público que o candidato conseguirá após ser anunciado oficialmente.

Gustav

Ontem, os republicanos encerram o primeiro dia de sua convenção nacional sem grandes discursos ou elogios a John McCain. Diante da ameaça do furacão Gustav, republicanos trocaram espetáculo de McCain por burocracia política e pedidos de doações.

Com a agenda restrita ao "estritamente necessário" para garantir a nomeação de McCain, os republicanos deram início ao evento, em St. Paul, Minnesota, com pedido de doações de dezenas de delegados para as pessoas afetadas pelo furacão Gustav, que tocou a costa americana nesta segunda-feira.

As duas únicas figuras de destaque do dia, a primeira-dama, Laura Bush, e a mulher de McCain, Cindy, foram breves no discurso e insistentes nos pedidos de doação.

Para os próximos dias, o cenário é mais promissor. O diretor da campanha republicana, Rick Davis, confirmou nesta segunda-feira que McCain aceitará a candidatura em St. Paul, como estava previsto, e se mostrou otimista em retomar a agenda inicial da convenção nacional.

Em coletiva de imprensa ontem, os organizadores da reunião adotaram um tom positivo sobre a perspectiva de restabelecer a agenda prevista durante o resto da semana. "Estamos mais otimistas que ontem. Não contamos com planos de contingência para fazê-lo [o discurso de McCain] fora da cidade", afirmou Davis.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
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