Mundo
04/09/2008 - 05h50

Discurso de Palin foi escrito pelo redator de Bush, diz campanha de Obama

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da Folha Online
da France Presse, em St. Paul (EUA)

A campanha do candidato democrata, Barack Obama, criticou o discurso de Sarah Palin, companheira de chapa do republicano John McCain, afirmando que foi escrito pelo mesmo redator do presidente George W. Bush.

"O discurso esteve bem apresentado, mas foi escrito pelo mesmo redator de discursos de Bush, e soa exatamente como os mesmos ataques partidários e divisores que temos escutado da boca de George Bush nos últimos oito anos", disse o porta-voz de Obama, Bill Burton.

"Se a governadora Palin e John McCain querem definir 'mudança' como votar com George Bush em 90% das vezes, é sua opção, mas não pensamos que o povo americano esteja disposto a encarar 10% como mudança".

Nomeada oficialmente a vice de McCain me disputa à Casa Branca, Palin atacou a campanha do democrata afirmando que "na política, há candidatos que usam a mudança para promover sua carreira; e há outros, como John McCain, que utilizam sua carreira para promover a mudança".

A mudança é o mote da campanha do democrata, e tem sido usada em seus discursos para se referir ao fim de oito anos do governo Bush.

McCain compareceu de surpresa na noite desta quarta-feira (3) à Convenção do Partido Republicano, em Saint-Paul (Minnesota), pouco antes de ser designado oficialmente como candidato à Casa Branca. Sua aparição foi para saudar Palin após seu discurso na convenção.

No discurso, a governadora do Alasca rebateu as críticas sobre sua vida pessoal e defendeu o candidato John McCain. Sob fortes aplausos, ela afirmou que não assumiu o cargo "para agradar a opinião pública, e sim para servir ao povo deste grande país".

"Aceito o desafio de uma dura batalha eleitoral", disse. E continuou nas críticas a Obama: "Qual exatamente é o plano de nosso adversário? O que ele realmente pretende fazer, depois de salvar o planeta? A resposta é tornar o governo maior e tirar mais do nosso dinheiro", afirmou.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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