Na última noite de convenção republicana, McCain discursa sobre mudança
colaboração para a Folha Online
Os republicanos iniciam a última noite da Convenção Nacional Republicana à espera do candidato John McCain que aceitará oficialmente a nomeação.
Delegados, partidários e jornalistas lotam a platéia de 20 mil lugares do Xcel Energy Center, em St. Paul, Minnesota, para acompanhar o evento.
Na agenda da noite está ainda o discurso do governador do Estado de Minnesota, Tim Pawlenty, que era uma das principais apostas para vice republicano.
Também discursarão o ex-senador Bill Frist e o senador pela Flórida e ex-presidente do Comitê Nacional Republicano Mel Martínez, assim como o ex-secretário de Segurança Nacional Tom Ridge.
Mas o discurso mais esperado da noite acontece às 22 h local (0h em Brasília), quando John McCain subir ao palco montado especialmente para que seu discurso tenha clima de um comício mais intimista pelos quais ele é conhecido.
No discurso, McCain deve falar sobre sua visão para os Estados Unidos e tentar convencer os eleitores de que, mesmo um senador veterano, pode trazer a mudança que os americanos esperam em Washington, após mandato impopular do também republicano George W. Bush.
"O que eu tenho que fazer é mostrar às pessoas as diferenças sobre como mudaremos Washington e a América, as diferenças de nossas posições", disse recentemente McCain à CNN, sobre o discurso.
Os assessores do senador dizem que ele vai apontar, como fez democrata Barack Obama em sua convenção, suas principais propostas para o país e em temas considerados cruciais pelos eleitores, como energia e a economia.
McCain deve também contrastar suas políticas e modo de governo com as de Obama. Um assessor do republicano citado pela CNN afirmou, contudo, que o discurso de McCain não terá o tom crítico do rival.
"Nós deixamos isso para outros", disse um assessor de McCain.
União
McCain deve ainda pedir maior colaboração entre os partidos e explicar seus planos para combater as velhas políticas de Washington.
O anúncio foi feito em entrevista coletiva por um de seus principais assessores e redatores de discursos, Mark Salter. Segundo ele, o senador pelo Arizona explicará sua "disposição para liderar e seus planos para desafiar os poderes estabelecidos".
Salter acrescentou que McCain também "lançará um apelo em favor da colaboração entre partidos e pedira aos cidadãos para colocarem os interesses do país à frente dos interesses egoístas individuais" --um tema freqüente na campanha de McCain desde que adotou o slogan "País em primeiro lugar".
Para fazer seu grande discurso, McCain pediu um palco mais baixo, que desse ao evento o clima de comício, formato no qual o senador se sente mais à vontade. Neste ano, apenas oito degraus separarão o presidenciável do público, a menor distância de todas as convenções republicanas.
Inicialmente, sob alerta do furacão Gustav, os republicanos chegara a sugerir que McCain faria seu discurso por videoconferência, o que foi logo negado por seus assessores.
O candidato republicano será introduzido ao palco por sua mulher, Cindy, que falará sobre o trabalho humanitário que desenvolve em vários lugares do mundo.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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