Obama e McCain visitarão juntos Marco Zero em Nova York
da Efe, em Washington
Os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, visitarão juntos o Marco Zero de Nova York, em meio a eventos que lembram o sétimo aniversário dos atentados de 11 de Setembro de 2001.
As campanhas de Obama e McCain informaram em comunicado conjunto que os candidatos "deixarão de lado a política e se reunirão" para honrar a memória daqueles que morreram nos ataques.
Ambos vão ao local onde ficavam as torres do World Trade Center, no centro financeiro de Nova York, onde há sete anos dois aviões seqüestrados por terroristas bateram, causando a morte de 2.749 pessoas.
"Todos os que viveram o 11 de Setembro --não como democratas ou republicanos, mas como americanos, nos corredores cheios de fumaça, nas escadas do Capitólio (Congresso), que foram aos bancos de sangue e às vigílias-- estiveram unidos como uma única família americana", afirma o texto.
Na nota, os candidatos também agradecerão o trabalho dos bombeiros, da polícia e dos serviços de assistência de emergência "que foram um exemplo heróico (...) para todos aqueles homens e mulheres que servem hoje em defesa da liberdade e a segurança após os ataques a Nova York, ao Pentágono, e a Shanksville (Pensilvânia)", concluiu a declaração.
Leia mais
- Palin é mais popular do que Obama, diz pesquisa
- Michelle Obama é cortejada pela moda
- Michelle Obama vai ao Novo México em campanha por voto militar
- McCain é o centro das atenções após participar de cinco convenções
- McCain pedirá colaboração entre partidos em discurso na convenção
- Nancy Reagan está "muito impressionada" com Obama, diz filho
- Palin ataca Obama e rebate críticas; McCain irá discursar hoje
- Discurso de Palin foi escrito pelo redator de Bush, diz campanha de Obama
Livraria
- Livro ajuda a entender como funciona a REPÚBLICA; leia capítulo
- Entenda os princípios do REGIME DEMOCRÁTICO
Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar