McCain diz que governo deve assumir controle de gigantes imobiliários
da France Presse, em Albuquerque, EUA
O candidato presidencial republicano John McCain defendeu neste sábado a possibilidade de o governo assumir o controle dos dois maiores bancos imobiliários americanos.
Consultado sobre se Freddie Mac e Fannie Mae --que financiam milhões de hipotecas-- deveriam sofrer a intervenção legal do governo, McCain afirmou que isso deveria acontecer.
"Devemos fazer com que as pessoas possam ficar em suas casas ", afirmou McCain numa entrevista ao programa "Face the Nation" da rede CBS, que irá ao ar neste domingo.
McCain acrescentou, no entanto, que a medida não deve significar um cheque assinado em branco para os executivos que recebem salários astronômicos enquanto administram de forma errada os gigantes hipotecários.
Fannie Mae e Freddie Mac, com estatuto público e apoiado financeiramente pelo governo, mas de propriedade de acionistas privados que possuem ou garantem quase a metade das hipotecas da nação, totalizam mais de US$ 5 trilhões.
Estas instituições foram afetadas pela crise financeira do ano passado, perdendo cerca de 90% de seu valor ante temores de perdas pelo juros de mora das hipotecas.
Obama
Uma lei aprovada em julho passado concedeu ao governo dos Estados Unidos o direito de comprar ações e oferecer liquidez às companhias para evitar o colapso do já frágil sistema financeiro global.
O presidenciável democrata Barack Obama, por sua vez, classificou essa situação de "extremamente séria" e disse que qualquer ação que for adotada não deve levar em conta os caprichos dos membros de pressão preocupados com seus lucros.
"Não devemos permitir a intervenção do governo para proteger investidores e especuladores que se apóiam no governo para colher lucros maciços", disse Obama em comunicado.
"Devemos proteger os contribuintes e não pagar a fiança dos acionistas e executivos do Fannie Mae e Freddie Mac", acrescentou.
McCain afirmou que os contribuintes serão ressarcidos através do aumento do preço dos imóveis assim que o mercado se estabilizar.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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