Enquanto Palin se esconde, Obama e McCain participam de programas da TV
da Efe, em Washington
Republicanos e democratas redobraram seus esforços para reforçar suas mensagens e participaram neste domingo de programas políticos da televisão, enquanto os jornalistas ainda buscam uma entrevista com Sarah Palin, vice de John McCain na corrida presidencial.
O diretor de campanha de McCain, Rick Davis, disse hoje que Palin estará disponível para conceder entrevistas quando ela se sentir cômoda para fazer isso.
No entanto, McCain, que apareceu hoje no programa "Face the Nation" da rede CBS, disse que espera que Palin comece a dar entrevistas "nos próximos dias".
De fato, esse dia está próximo, porque Palin dará sua primeira entrevista na próxima semana à cadeia ABC, segundo informou um membro da campanha de McCain, que pediu para não ser identificado.
Segundo a fonte, o anúncio oficial será feito na próxima semana e a entrevista será em algum lugar no Alasca.
Palin, que saltou à cena política diretamente do remoto Estado do Alasca, do qual é governadora, não passa mais despercebida por ninguém.
Seu adversário direto, o candidato à vice-Presidência pelo Partido democrata, Joe Biden, disse hoje que quer conhecê-la logo. E isso deve acontecer no próximo dia 2 de outubro na Universidade de Washington, em St Louis, durante um debate.
"Ela é elegante, é uma dura rival política, portanto acho que será formidável", disse Biden, que participou do programa "Meet the Press" da NBC.
Os candidatos aproveitaram hoje o espaço aberto pelas redes de televisão para divulgar suas idéias e intensificar a campanha.
John McCain também teve sua oportunidade no "Face the Nation", onde prometeu que se vencer as eleições, seu governo será formado pelas pessoas "mais inteligentes dos EUA".
O republicano disse que vai pedir a alguns membros de seu gabinete que trabalhem por um dólar e instará seus colaboradores a participarem mais nas suas comunidades e a se envolverem nos problemas dos demais.
Já Obama falou carinhosamente sobre Palin durante seu discurso no programa "On the trail" da rede ABC, no qual disse que ficou demonstrada a experiência política da governadora na convenção republicana.
"Sua atuação na convenção mostrou as habilidades políticas que ela tem", afirmou.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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