Mundo
08/09/2008 - 02h52

McCain supera Obama na pesquisa USA Today/Gallup

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da France Presse, em Washington
da Folha Online

O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, superou o rival democrata Barack Obama nas intenções de voto, segundo pesquisa USA Today/Gallup publicada neste domingo.

A pesquisa mostra McCain na frente de Obama com 50% a 46% entre os eleitores, o que representa uma reversão de uma enquete prévia feita pelo jornal antes da Convenção Nacional do Partido Republicano, realizada na semana passada.

Segundo o jornal "USA Today", na pesquisa anterior McCain estava atrás de Obama por sete pontos percentuais.

"Os republicanos celebraram uma convenção bem sucedida e, pelo menos no princípio, a escolha de Sarah Palin fez a grande diferença", indicou o analista político Larry Sabato da Universidade de Virginia.

Vinte e nove por cento dos entrevistados afirmaram que a escolha de Palin como vice os incentivou a votar em McCain e 21% afirmaram que agora seu voto para a chapa republicana é menos provável.

Discurso

O discurso de McCain na Convenção Republicana na quinta-feira passada (4) foi assistido por 38,9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, informou a consultoria Nielsen Media Research.

Em comparação, as declarações de Obama, durante a Convenção Democrata, atraiu 38,3 milhões de americanos, na semana anterior. Já o discurso da vice de McCain, Sarah Palin, foi visto por 37,2 milhões de telespectadores, na quarta-feira (2).

Uma pesquisa divulgada na sexta mostrou que Palin --antes desconhecida da maior parte do público americano-- atingiu popularidade entre 58% dos eleitores americanos, enquanto os presidenciáveis McCain e o democrata Barack Obama são ambos vistos de forma favorável por 57%.

A governadora do Alasca ganhou as manchetes das mídias dos Estados Unidos depois de ser nomeada candidata à vice do presidenciável republicano, John McCain, na semana passada.

Escândalos envolvendo a vida pessoal de Palin, como a gravidez de sua filha adolescente, também contribuiram para sua meteórica ascensão nos noticiários.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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