McCain supera Obama na pesquisa USA Today/Gallup
da France Presse, em Washington
da Folha Online
O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, superou o rival democrata Barack Obama nas intenções de voto, segundo pesquisa USA Today/Gallup publicada neste domingo.
A pesquisa mostra McCain na frente de Obama com 50% a 46% entre os eleitores, o que representa uma reversão de uma enquete prévia feita pelo jornal antes da Convenção Nacional do Partido Republicano, realizada na semana passada.
Segundo o jornal "USA Today", na pesquisa anterior McCain estava atrás de Obama por sete pontos percentuais.
"Os republicanos celebraram uma convenção bem sucedida e, pelo menos no princípio, a escolha de Sarah Palin fez a grande diferença", indicou o analista político Larry Sabato da Universidade de Virginia.
Vinte e nove por cento dos entrevistados afirmaram que a escolha de Palin como vice os incentivou a votar em McCain e 21% afirmaram que agora seu voto para a chapa republicana é menos provável.
Discurso
O discurso de McCain na Convenção Republicana na quinta-feira passada (4) foi assistido por 38,9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, informou a consultoria Nielsen Media Research.
Em comparação, as declarações de Obama, durante a Convenção Democrata, atraiu 38,3 milhões de americanos, na semana anterior. Já o discurso da vice de McCain, Sarah Palin, foi visto por 37,2 milhões de telespectadores, na quarta-feira (2).
Uma pesquisa divulgada na sexta mostrou que Palin --antes desconhecida da maior parte do público americano-- atingiu popularidade entre 58% dos eleitores americanos, enquanto os presidenciáveis McCain e o democrata Barack Obama são ambos vistos de forma favorável por 57%.
A governadora do Alasca ganhou as manchetes das mídias dos Estados Unidos depois de ser nomeada candidata à vice do presidenciável republicano, John McCain, na semana passada.
Escândalos envolvendo a vida pessoal de Palin, como a gravidez de sua filha adolescente, também contribuiram para sua meteórica ascensão nos noticiários.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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