Com vice e a convenção nacional, McCain volta a liderar pesquisa
colaboração para a Folha Online
Assim como aconteceu com os democratas, o candidato republicano John McCain teve um salto na pesquisa de intenção de voto e assumiu a liderança da disputa pela Casa Branca após seu discurso na Convenção Republicana Nacional. Segundo a mais recente pesquisa Gallup, ele tem 50% da preferência dos eleitores contra 46% do rival democrata.
Segundo o instituto de pesquisa, a convenção partidária costuma causar um salto de cinco pontos percentuais nas intenções de voto do candidato. Para McCain, o relutado foi ainda mais promissor --de 43% (contra 48% de Barack Obama) para 50%. Agora, ele tem a maior vantagem em uma pesquisa Gallup desde maio.
| Mark Avery/Reuters |
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| McCain (esq.) e Obama (dir.) participam de Fórum religioso; republicano lidera disputa |
A vantagem de McCain é ainda maior quando se avaliam os eleitores que, segundo o Gallup, são mais propensos a efetivamente sair de casa e votar em 4 de novembro, já que o voto não é obrigatório nos EUA. A liderança republicana vai para dez pontos percentuais, 54% a 44%.
A convenção trouxe ainda outro efeito positivo para o republicano McCain. Os republicanos estão mais entusiasmados com as eleições deste ano --um aumento de 42% na semana passada para 60% na pesquisa divulgada nesta segunda-feira.
Os democratas ainda lideram neste quesito já que também aumentaram seu entusiasmo desde a semana passada (de 61% a 67%). Contudo, a vantagem deles caiu de 19 pontos percentuais para apenas sete pontos.
Vice
| Brian Snyder/Reuters |
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| Sarah Palin melhorou o desempenho dos republicanos na pesquisa Gallup |
Outro fator importante no bom desempenho de McCain na sondagem foi a sua candidata a vice, Sarah Palin. Não apenas a escolha da governadora do Alasca, mas seu discurso na terceira noite da convenção republicana --no qual se definiu como um pitbull de batom-- influenciaram positivamente nos eleitores.
A pesquisa do Gallup incluiu uma série de perguntas sobre o fator Palin na campanha republicana e apontou que ela causou uma forte impressão com o discurso, mas que sua escolha levou a visões muito positivas e muito negativas.
O seu discurso foi avaliado como "excelente" por 42% dos eleitores, contra apenas 15% que disseram o mesmo do discurso no qual McCain aceitou oficialmente a candidatura republicana.
Ainda segundo a sondagem, 36% dos eleitores disseram que a escolha de Palin para a chapa republicana foi "excelente", um número maior do que apontado após a escolha de Joe Biden para a chapa de Obama. Contudo, outros significativos 24% disseram que Palin foi uma decisão "ruim".
Experiência
A pesquisa Gallup apontou ainda que os eleitores não mudaram sua opinião sobre a experiência e o preparo de Palin para ser presidente.
Mesmo com a forte campanha negativa dos democratas, a margem entre os que apontam sua qualificação e os que a questionam ficou em quatro pontos percentuais, uma queda de dois pontos desde a pesquisa realizada em 29 de agosto.
Assim, 48% dos eleitores apontaram que ela está qualificada para ocupar a Presidência, caso seja necessário, contra 44% que disseram que ela não está preparada. Em 29 de agosto, estes números eram, respectivamente, 39% e 33%.
Outro aspecto positivo da escolha de Palin foi a implicação da escolha da governadora do ALasca na capacidade de McCain fazer escolhas importantes. Segundo o Gallup, 55% dos eleitores vêem que a escolha da ultraconservadora reflete favoravelmente, contra 40% que dizem refletir desfavoravelmente.
A pesquisa Gallup foi realizada entre 5 e 7 de setembro, com 1.022 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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