Mundo
11/09/2008 - 08h23

Bush marca sete anos de 11 de Setembro com momento de silêncio

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da Associated Press, em Washington
colaboração para a Folha Online

O presidente americano, George W. Bush, marcará os sete anos dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 com momento de silêncio na ala sul da Casa Branca, em homenagem aos cerca de 3.000 mortos nos atentados terroristas.

O momento, como tem sido nos últimos seis anos, ocorrerá às 8h46 local, horário no qual os terroristas atingiram a primeira torre do World Trade Center. Junto a Bush estarão a primeira-dama, Laura Bush, o vice-presidente Dick Cheney e sua mulher, Lynne, membros do Congresso, do gabinete, militares e cerca de 3.000 funcionários da Casa Branca e convidados.

Depois do evento na Casa Branca, Bush irá ao Pentágono para visitar o memorial com 184 bancos que representam as vítimas do atentado no qual o avião de vôo 77 da América Airlines atingiu o símbolo militar dos EUA.

O memorial do Pentágono foi construído em uma parte adjacente do prédio, com vista para o ponto onde foi atingido pelo avião. O memorial custou cerca de US$ 22 milhões.

"O presidente pensa sobre o 11 de Setembro todo dia, quando ele acorda e antes de dormir", disse a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino. "Ele se preocupa com isso. Ele sempre se preocupou com um outro ataque em nosso país", completou.

O presidente marca os sete anos dos atentados que mudaram a história americana com o aumento da ofensiva americana no Afeganistão, país onde estão as principais bases da Al Qaeda, responsável pelos ataques.

Bush anunciou nesta semana que enviará um batalhão da Marinha para o Afeganistão em Novembro para substituir dois que estão programados para deixar o país. Em janeiro, uma brigada armada deve chegar à fronteira com o Paquistão, onde os confrontos com terroristas são mais intensos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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