Mundo
17/09/2008 - 21h59

Pesquisas mostram empate técnico entre Obama e McCain

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da Efe, em Washington

Várias pesquisas divulgadas nesta quarta-feira nos Estados Unidos apontam o candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, em um empate técnico com seu adversário, o republicano John McCain.

A enquete diária do instituto Gallup dá hoje uma vantagem de dois pontos para Obama, que chega a 47% das intenções de voto, frente aos 45% de McCain, diminuindo assim a distância que o republicano tinha alcançado nos últimos dias.

A vantagem está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos, mas é significativa porque se trata da primeira ocasião em que Obama se coloca acima de McCain desde o fim da Convenção do Partido Republicano, há duas semanas.

Uma enquete paralela, elaborada pela empresa Zogby, concede também uma ligeira vantagem de dois pontos a Obama, 47%, frente a McCain, que tem 45%. A margem de erro desta pesquisa é de três pontos.

Segundo o Zogby, o senador por Illinois reduziu os cinco pontos de vantagem que McCain tinha no mês passado entre os eleitores independentes, e o supera em um ponto percentual.

De acordo com o centro de pesquisas, o democrata também aumenta sua vantagem entre as mulheres, que se estende para sete pontos frente aos dois que tinha em agosto.

Estado a Estado

Uma terceira enquete, feita para a rede de televisão CNN e a revista "Time", mostra McCain e Obama empatados em cinco Estados considerados fundamentais na corrida presidencial.

Na Flórida, ambos candidatos recebem o apoio de 48% do eleitorado, enquanto em Ohio, Obama tem as intenções de voto de 49% dos eleitores, contra 47% de McCain.

Segundo o diretor de pesquisas da CNN, Keating Holland, "em Ohio os eleitores mais poderosos passaram a apoiar McCain nas últimas semanas, enquanto os mais desfavorecidos tenderam para o lado de Obama".

"Parece que as questões econômicas dividem cada vez mais os eleitores", ressaltou.

Na Carolina do Norte, um Estado que em 2004 se inclinou de maneira decisiva a favor do presidente George W. Bush, McCain supera por um ponto percentual o seu rival.

Em Indiana, outro Estado tradicionalmente republicano, McCain alcança uma distância de seis pontos, de 51% contra 45%.

Já o Wisconsin, que votou em democratas nas últimas quatro eleições, dá seu respaldo em 50% a Obama, enquanto 47% apóiam McCain.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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