McCain e Palin criticam Bush e defendem independência energética
da France Press, em Grand Rapids
colaboração para a Folha Online
O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, e sua vice, Sarah Palin, não pouparam críticas ao colega de partido, o presidente George W. Bush, ao defender uma mudança na política energética americana e a busca da independência energética do país.
"A independência energética é a segurança e a prosperidade para esta grande nação", afirmou Palin, em comício em Michigan. "Será meu bebê quando eu for para Washington", acrescentou, sobre um dos principais temas da campanha presidencial deste ano.
Palin disse considerar um "disparate" que o presidente Bush seja obrigado a pedir a Arábia Saudita um aumento da produção de petróleo da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Mesmo antes da escolha de Palin para a chapa republicana, McCain já discursava sobre um amplo plano energético para acabar com a dependência americana de petróleo estrangeiro. Seu projeto inclui a exploração das reservas de petróleo da costa americana --proibidas há mais de 20 anos. McCain pediu pelo fim do banimento que foi apresentado por bush ao Congresso e vetado pela maioria democrata contrária à exploração.
Palin focou seu governo no Alasca em políticas para uso de recursos energéticos e naturais, principal riqueza do Estado. Ela ficou conhecida por apoiar a exploração da reserva nacional Wildlife Refuge, uma posição a qual McCain e os ambientalistas se opõem, mas muitos republicanos da ala conservadora apóiam.
Questionada se já havia convencido McCain sobre os benefícios da exploração da reserva, Palin respondeu que está trabalhando nisso.
Já McCain minimizou a questão do meio ambiente vinculada às perfurações em águas costeiras, ao brincar que "os peixes gostam de se movimentar ao redor das plataformas".
Diante da alta do preço dos combustíveis, a exploração de petróleo nas costas ganha cada vez mais defensores na opinião pública americana, mas é rejeitada pelo candidato democrata à presidência, Barack Obama. "Meu adversário é contra a energia nuclear. É contra as perfurações costeiras", disse o candidato republicano.
Pesquisa Gallup realizada no começo de agosto mostrou que os eleitores americanos --diante da alta do combustível-- vêem com bons olhos as propostas energéticas de McCain. Segundo a sondagem, 57% dos eleitores disseram estar mais propensos a votar em um candidato que apóia a exploração das reservas costeiras americanas, contra 31% que dizem o contrário.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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