McCain elogia estilo de Obama, mas reitera que ganhará no debate
colaboração para a Folha Online
A apenas dois dias do primeiro debate presidencial americano, o candidato republicano, John McCain, tentou diminuir as expectativas em torno de seu desempenho e elogiou o estilo e a oratória de seu rival democrata, Barack Obama.
"Ele é muito, muito bom", disse McCain a um grupo de voluntários, nesta terça-feira, em um colégio de Ohio. "Ele conseguiu derrotar a senadora Hillary Clinton, que como todos nós sabemos é muito talentosa, muito talentosa. E ele foi capaz disso, eu acredito, com sua eloqüência que inspirou um grande número de americanos. Então, estes serão debates difíceis", completou.
Os dois presidenciáveis se enfrentam no primeiro debate nesta sexta-feira (26), às 21h (22h em Brasília), na Universidade de Mississippi, em Oxford, Moderado por Jim Lehrer, o primeiro encontro entre os dois senadores será focado em políticas nacionais.
De volta ao tom habitual, McCain previu que se sairia melhor na discussão dos assuntos. "Eu acredito que na substância, na substância, eu posso convencer o povo americano de que posso reformar o governo, restaurar a prosperidade e manter a paz", disse McCain, repetindo seu slogan de campanha.
Diferentemente de Obama, que passará três dias em Tampa, na Flórida, treinando para o debate, McCain manteve a agenda de campanha. Segundo sua equipe, ele já se prepara há semanas para a ocasião, mas deve chegar a Mississippi, local do encontro, na quinta-feira à noite.
No comício em Ohio, McCain pediu insistentemente para que os eleitores presentes comparecessem às urnas, em 4 de novembro. Como o voto não é obrigatório, um comparecimento em massa pode alterar os resultados e garantir a vitória do republicano.
"Esta será uma disputa acirrada e eu acho que o Estado de Ohio vai determinar quem o próximo presidente será. Todos vocês conhecem a lição de história de que a última pessoa que conseguiu ganhar a Presidência sem Ohio foi Jack Kennedy. E isso faz muito tempo", disse.
Leia mais
- Firma de assessor de McCain fez lobby por empresa pivô da crise financeira
- Obama admite que plano de resgate pode alterar gastos prometidos em campanha
- McCain diz que história vai julgar ação de líderes diante de crise financeira
- Análise: Na cruz da Pensilvânia
- Obama amplia vantagem sobre McCain em meio à crise financeira
- Michael Moore lança documentário e estréia na campanha eleitoral dos EUA
Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar