Mundo
24/09/2008 - 12h11

McCain elogia estilo de Obama, mas reitera que ganhará no debate

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colaboração para a Folha Online

A apenas dois dias do primeiro debate presidencial americano, o candidato republicano, John McCain, tentou diminuir as expectativas em torno de seu desempenho e elogiou o estilo e a oratória de seu rival democrata, Barack Obama.

"Ele é muito, muito bom", disse McCain a um grupo de voluntários, nesta terça-feira, em um colégio de Ohio. "Ele conseguiu derrotar a senadora Hillary Clinton, que como todos nós sabemos é muito talentosa, muito talentosa. E ele foi capaz disso, eu acredito, com sua eloqüência que inspirou um grande número de americanos. Então, estes serão debates difíceis", completou.

Os dois presidenciáveis se enfrentam no primeiro debate nesta sexta-feira (26), às 21h (22h em Brasília), na Universidade de Mississippi, em Oxford, Moderado por Jim Lehrer, o primeiro encontro entre os dois senadores será focado em políticas nacionais.

De volta ao tom habitual, McCain previu que se sairia melhor na discussão dos assuntos. "Eu acredito que na substância, na substância, eu posso convencer o povo americano de que posso reformar o governo, restaurar a prosperidade e manter a paz", disse McCain, repetindo seu slogan de campanha.

Diferentemente de Obama, que passará três dias em Tampa, na Flórida, treinando para o debate, McCain manteve a agenda de campanha. Segundo sua equipe, ele já se prepara há semanas para a ocasião, mas deve chegar a Mississippi, local do encontro, na quinta-feira à noite.

No comício em Ohio, McCain pediu insistentemente para que os eleitores presentes comparecessem às urnas, em 4 de novembro. Como o voto não é obrigatório, um comparecimento em massa pode alterar os resultados e garantir a vitória do republicano.

"Esta será uma disputa acirrada e eu acho que o Estado de Ohio vai determinar quem o próximo presidente será. Todos vocês conhecem a lição de história de que a última pessoa que conseguiu ganhar a Presidência sem Ohio foi Jack Kennedy. E isso faz muito tempo", disse.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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