Obama diz que Congresso está próximo de acordo sobre plano de resgate
da Reuters, em Clearwater, Flórida
colaboração para a Folha Online
O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, afirmou nesta quinta-feira que os líderes do congresso americano fizeram progresso nas conversas relativas ao plano de resgate financeiro proposto pelo governo de George W. Bush para dissipar a crise que atinge o país e afirmou que os políticos "parecem estar próximos de um acordo".
"Agora é hora de nos unirmos, democratas e republicanos, em um espírito de cooperação em benefício do povo americano", disse Obama, antes de deixar a Flórida a caminho de Washington, onde se reúne às 16h (17h em Brasília) com o presidente Bush, o rival republicano, John McCain, e os líderes do Congresso para tentar encontrar uma solução "bipartidária" para a crise.
"Os líderes do Congresso fizeram progresso nas suas negociações e parecem próximos a um negócio", Obama disse em um vídeo exibido em conferência em Nova York.
A Casa Branca confirmou que as negociações trouxeram "progresso significativo" para a aprovação do plano que prevê a injeção de US$ 700 bilhões para a compra de "títulos podres" (sem liquidez) dos bancos pelo Estado. Contudo, o governo não revelou se um acordo final será alcançado antes da reunião entre Bush e os presidenciáveis.
"Eu acho que fizemos progressos significativos, nós temos uma agenda que podemos tentar cumprir", disse Dana Perino, porta-voz da Casa Branca. "E nós esperamos fazê-lo rapidamente", completou.
Perino ressaltou o caráter de urgência do acordo, mas não deu detalhes se tudo estará resolvido logo após a reunião.
McCain
Em discurso na mesma conferência de Nova York, McCain afirmou que o "tempo é curto" para conseguir um plano de resgate financeiro.
McCain afirmou que o acordo precisa ser fechado antes da abertura dos mercados financeiros na próxima segunda-feira (29) para evitar uma calamidade econômica no país. O senador por Arizona foi o primeiro a falar em evento da organização humanitária do ex-presidente Bill Clinton.
"Deixe-me pôr desta forma: eu preferiria construir uma ponte para lugar nenhum --e colocá-la no meio de Sedona, no Arizona-- do que pegar dinheiro de professores, agricultores e donos de pequenos negócios para encher o bolso das pessoas de Wall Street que nos colocaram nesta situação", disse o republicano, referindo-se ao polêmico projeto aprovado por sua candidata a vice, Sarah Palin, de uma ponte na cidade de Wasilla, com 7.000 habitantes.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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