Obama tem vantagem nas pesquisas diante do primeiro debate presidencial
da Efe, em Oxford
O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, enfrenta seu rival, John McCain no primeiro debate presidencial deste ano com ao menos uma vantagem reconhecida: a liderança nas pesquisas.
Segundo a média das principais sondagens realizada pelo site especializado RealcLearPolitics, Obama tem vantagem de quatro pontos percentuais, com 48,2% contra 44,2% de McCain.
Já a pesquisa diária realizada pelo instituto Gallup dá a Obama uma vantagem pouco menor, de três pontos percentuais. Segundo o instituto, o senador por Illinois conta com 48% das intenções de voto contra 45% do senador por Arizona. No dia anterior, os dois senadores estavam empatados.
Já o instituto Rasmussen, que nos dias anteriores deu ao presidenciável democrata vantagens de dois ou três pontos percentuais, publicou pesquisa nesta sexta-feira indicando que Obama está com 50% das intenções de voto contra 45% de McCain.
Uma terceira pesquisa, elaborada por Hotline/FD Tracking, coloca o democrata sete pontos a frente na disputa pela Casa Branca, com 49% das intenções de voto contra 42% de McCain --a maior margem do senador democrata nas sondagens desta sexta-feira.
O republicano McCain --que viu seu desempenho nas pesquisas subir após a escolha da conservadora Sarah Palin para sua companheira de chapa-- tem vantagem em apenas uma pesquisa, realizada pela Universidade George Washington. Na sondagem, o senador por Arizona está dois pontos a frente de Obama.
Os resultados vêm em meio a uma grave crise financeira vivida pelos EUA e as discussões para a aprovação do plano de resgate proposto pelo governo de George W. Bush que prevê a injeção de US$ 700 bilhões para a compra de "títulos podres" (sem liquidez) dos bancos pelo Estado.
A crise parece ter ajudado o democrata que recuperou a vantagem nas pesquisas e é visto pelos eleitores como o candidato mais apto a resolver a situação de crise em Wall Street.
Para tentar reverter este cenário negativo, McCain anunciou na quarta-feira que suspenderia sua campanha para regressar a Washington e se reunir com Bush, Obama e os líderes do Congresso para ajudar a encontrar uma solução para dissipar a crise.
McCain e Obama, ambos senadores, participaram nesta quinta-feira da reunião, na Casa Branca. O encontro, contudo, terminou sem avanços.
Nesta sexta-feira, os dois candidatos chegaram a Oxford com poucos minutos de diferença. Eles se encontraram na Universidade do Mississippi, às 21h (22 em Brasília) para o primeiro de três debates presidenciais.
A noite focará em política externa e segurança nacional, assuntos em que McCain tem vantagem reconhecida. O moderador da noite, o jornalista Jim Lehrer, da PBS, afirmou que também questionará os presidenciáveis sobre a atual crise financeira.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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