Mundo
26/09/2008 - 19h39

Obama tem vantagem nas pesquisas diante do primeiro debate presidencial

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da Efe, em Oxford

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, enfrenta seu rival, John McCain no primeiro debate presidencial deste ano com ao menos uma vantagem reconhecida: a liderança nas pesquisas.

Segundo a média das principais sondagens realizada pelo site especializado RealcLearPolitics, Obama tem vantagem de quatro pontos percentuais, com 48,2% contra 44,2% de McCain.

Já a pesquisa diária realizada pelo instituto Gallup dá a Obama uma vantagem pouco menor, de três pontos percentuais. Segundo o instituto, o senador por Illinois conta com 48% das intenções de voto contra 45% do senador por Arizona. No dia anterior, os dois senadores estavam empatados.

Já o instituto Rasmussen, que nos dias anteriores deu ao presidenciável democrata vantagens de dois ou três pontos percentuais, publicou pesquisa nesta sexta-feira indicando que Obama está com 50% das intenções de voto contra 45% de McCain.

Uma terceira pesquisa, elaborada por Hotline/FD Tracking, coloca o democrata sete pontos a frente na disputa pela Casa Branca, com 49% das intenções de voto contra 42% de McCain --a maior margem do senador democrata nas sondagens desta sexta-feira.

O republicano McCain --que viu seu desempenho nas pesquisas subir após a escolha da conservadora Sarah Palin para sua companheira de chapa-- tem vantagem em apenas uma pesquisa, realizada pela Universidade George Washington. Na sondagem, o senador por Arizona está dois pontos a frente de Obama.

Os resultados vêm em meio a uma grave crise financeira vivida pelos EUA e as discussões para a aprovação do plano de resgate proposto pelo governo de George W. Bush que prevê a injeção de US$ 700 bilhões para a compra de "títulos podres" (sem liquidez) dos bancos pelo Estado.

A crise parece ter ajudado o democrata que recuperou a vantagem nas pesquisas e é visto pelos eleitores como o candidato mais apto a resolver a situação de crise em Wall Street.

Para tentar reverter este cenário negativo, McCain anunciou na quarta-feira que suspenderia sua campanha para regressar a Washington e se reunir com Bush, Obama e os líderes do Congresso para ajudar a encontrar uma solução para dissipar a crise.

McCain e Obama, ambos senadores, participaram nesta quinta-feira da reunião, na Casa Branca. O encontro, contudo, terminou sem avanços.

Nesta sexta-feira, os dois candidatos chegaram a Oxford com poucos minutos de diferença. Eles se encontraram na Universidade do Mississippi, às 21h (22 em Brasília) para o primeiro de três debates presidenciais.

A noite focará em política externa e segurança nacional, assuntos em que McCain tem vantagem reconhecida. O moderador da noite, o jornalista Jim Lehrer, da PBS, afirmou que também questionará os presidenciáveis sobre a atual crise financeira.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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