Mundo
26/09/2008 - 20h23

Veja alguns momentos marcantes dos debates presidenciais dos EUA

Publicidade

da Reuters

Nesta sexta-feira, os candidatos à Casa Branca, John McCain e Barack Obama, se encontram em Oxford, Mississippi, para o primeiro de três debates presidenciais antes das eleições de 4 de novembro.

Os debates presidenciais americanos começaram a exatos 48 anos, em 26 de setembro de 1960, quando o democrata John Kennedy enfrentou e venceu o republicano e então vice-presidente Richard Nixon.

Na época, muitos historiadores apontaram que o democrata Kennedy ganhou a eleição por sua aparência e oratória durante o debate, uma imagem que pareceu certa para os eleitores que acompanhavam pela televisão.

O resultado foi tão inesperado que não ocorreram debates nas três corridas presidenciais seguintes --presidente Lyndon Johnson se recusou a participar de debates em 1964 e Nixon preferiu evitar novas derrotas em 1968 e 1972.

Confira alguns momentos memoráveis dos debates presidenciais americanos:

1976: Republicano Gerald Ford disse que "não há dominação soviética da Europa Oriental" apesar de suas décadas de história provando o contrário. Ele justificou a declaração dizendo que a Iugoslávia, Romênia e Polônia não se consideram dominados pela União Soviética. Ele perdeu a eleição para o democrata Jimmy Carter.

1984: Republicano Ronald Reagan admitiu que ele estava confuso durante um debate com o democrata Walter Mondale, trazendo suspeitas de que o presidente de 73 anos poderia ser muito velho para um segundo mandato. Reagan se recuperou no encontro seguinte dizendo: "não vou explorar a juventude e inexperiência de meu oponente por propósitos políticos".

1988: O presidenciável democrata, Michael Dukakis, foi questionado se concordava com a pena de morte para alguém que estuprou e assassinou sua mulher. Dukakis respondeu com uma declaração de oposição à pena de morte, ajudando o oponente republicano, George H.W. Bush, a desenhá-lo como um "homem de gelo" sem paixão.

1988: O candidato democrata a vice, Lloyd Bentsen, criticou duramente o seu rival republicano, Dan Quayle. Quando Quayle, 41, disse que tinha tanta experiência no cOngresso quanto o popular presidente John Kennedy, Bentsen afirmou: "Eu servi com Jack Kennedy. Eu conheci Jack Kennedy. Jack Kennedy foi um amigo meu. Senador, você não é Jack Kennedy". A frase se transformou em uma gíria para pessoas que pensam demais de sei mesmos.

2000: O democrata Al Gore foi criticado, em 2000, por revirar os olhos e suspirar quando o republicano George W. Bush falava em seu primeiro debate presidencial. Gore foi criticado como muito passivo no segundo debate e muito agressivo no terceiro, destacando as preocupações de que ele não era tão autêntico quanto Bush.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca