Mundo
28/09/2008 - 10h49

McCain diz estar desapontado com mídia e declara vitória em debate

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colaboração para a Folha Online

O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, afirmou estar "um pouco desapontado" com a repercussão na mídia do primeiro debate presidencial do ano, que aconteceu nesta sexta-feira (26), na Universidade do Mississippi.

"Eu fiquei um pouco desapontado com o fato da mídia ter chamado de empate, mas eu acho que quando eles falam em empate, isso significa que nós ganhamos", disse McCain em conversa por telefone com o representante (deputado) Chip Pickering, republicano do Mississippi.

A conversa foi gravada neste sábado por uma equipe de televisão. McCain, que passou o dia telefonando para membros do COngresso sobre as negociações para o plano de resgate financeiro, permitiu que cinegrafistas de televisão e fotógrafos entrassem em seu escritório para fazer algumas imagens dele ao telefone.

Depois de cerca de cinco minutos de filmagem em seu escritório na Virgínia, a equipe do senador pediu que os jornalistas saíssem. Uma equipe de televisão, contudo, conseguiu uma última imagem da porta do escritório e mostrou McCain dando uma outra visão do debate desta sexta-feira.

Enquanto as câmeras e fotógrafos acompanhavam, McCain conversou com o representantes Heather Wilson, republicano do Novo México.

"Bem, eu estou muito grato Heather e eu sei que será uma luta difícil hoje para aprovar o pacote", disse McCain, sobre o plano apresentado pelo governo Bush que prevê a injeção de US$ 700 bilhões para a compara de títulos "podres" (sem liquidez) de bancos pelo Estado.

"Eu acho que hoje e amanhã serão críticos e eu aprecio sua ajuda", completou.

Na quarta-feira (24), McCain anunciou que estava suspendendo toda a sua agenda de campanha para ir a Washington negociar a aprovação do plano no Congresso. Ele ameaçou inclusive não ir ao debate. Na sexta-feira, sua campanha confirmou que ele participaria do confronto, mas que logo depois voltaria seus esforços para a aprovação da proposta.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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