Obama oferece nova proposta para ajudar aprovação do plano de resgate
da Reuters, em Reno
O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos legisladores nesta terça-feira que aprovem com urgência o plano de resgate financeiro e ofereceu uma nova proposta que, segundo ele, pode ajudar a atrair apoio.
Obama sugeriu aumentar o limite de depósitos bancários assegurados pelo governo federal de US$ 100 mil para US$ 250 mil. "Um passo que poderíamos dar para potencialmente aumentar o apoio à legislação e recuperar a economia seria expandir a garantia de depósitos para famílias e pequenos empresários da América que têm interesse em investir seu dinheiro nos bancos", disse Obama, em comunicado escrito.
A idéia é ampliar a segurança dos americanos nos bancos e evitar a ampliação da crise financeira.
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Em uma votação que agitou o mercado financeiro mundial, os membros da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) rejeitaram nesta segunda-feira o pacote proposto pelo governo de George W. Bush para injetar US$ 700 bilhões na compra de títulos "podres" (sem liquidez) dos bancos pelo Estado.
O senador por Illinois disse que o fracasso do Congresso em aprovar um plano "seria catastrófico para nossa economia e nossas famílias".
"Neste momento, quando os empregos, poupanças de aposentadorias e segurança econômica de todos os americanos estão em risco, é imperativo que todos nós --democratas e republicanos-- se unam para enfrentar a crise", disse o democrata.
No domingo, a chefe da Casa, Nancy Pelosi, se mostrou otimista com a aprovação do plano. O pacote de resgate financeiro foi tema de uma maratona de discussões no final de semana que terminou com um acordo parcial entre democratas e republicanos. Na segunda-feira, a Casa votou contra o plano com 228 votos a 205.
No comunicado, Obama disse ainda não acreditar que um novo plano, começado do zero, seria bem sucedido. Contudo, ele disse que a proposta de segurança dos depósitos seria uma forma de atrair mais interesse para o plano, rejeitado pelos republicanos por não fazer nada além de ajudar as empresas que causaram a crise.
"Eu conversarei com os líderes e membros do Congresso hoje para oferecer esta idéia e pedir que eles ajam sem demora na aprovação de um plano de resgate", disse.
O presidenciável republicano, John McCain acusou Obama e outros democratas de politizar o debate sobre o plano e priorizar as eleições à crise americana. Os democratas se defenderam argumentando que McCain estava desviando as atenções de seus próprios fracassos.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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