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02/10/2008 - 18h20

Filha de McCain sai em campanha solo pelo republicano

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colaboraçãp para a Folha Online

Meghan McCain, filha do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, embarcou em uma viagem de campanha de três dias. Sem a companhia do presidenciável, ela deve aproveitar para divulgar seu livro "My Dad, John McCain" ("Meu pai, John McCain"), uma biografia do senador para o público infantil.

Meghan, 23, vai a Ohio onde participará de um almoço com assessores de campanha em Columbus, ajudará a registrar novos eleitores na Universidade Wesleyan, em Delaware, visitará um dos escritórios centrais de campanha em Lewis Center e participará de uma festa na Universidade Estadual de Ohio.

Rogelio V. Solis/AP
Meghan McCain, 23, left, speaks to as fan as she signs copies of her best-selling book, "My Dad, John McCain," at the Treehouse Toys store in Oxford, Miss., Satuday, Sept. 27, 2008. The book, ranked No. 2 on the New York Times Children's Hardcover Picture Books category, is a first-person story of her father's Vietnam war experiences, his decision to run for president and highlights of family life. (AP Photo/Rogelio V. Solis)
Meghan McCain autografa uma cópia da biografia ilustrada de John McCain

"No começo eu estava extremamente nervosa, mas é tão divertido estar em tour", disse, citada pelo jornal "The New York Times". "Nós teremos uma grande surpresa para todos os nossos leitores em Ohio. Acreditem, eu não poderia estar mais empolgada com a viagem a Ohio."

Segundo a reportagem do "NYT", ela também promoverá seu livro com uma tarde de autógrafos na livraria Barnes & Noble, em Beavercreek. A obra lançada em agosto dedica várias páginas ao histórico militar de McCain --um de seus pontos mais fortes na disputa presidencial-- e o tempo em que passou em uma prisão vietnamita.

O livro inclui ainda alguns momentos da disputa fracassada de McCain pela nomeação republicana, em 2000, mas passa muito rapidamente por sua juventude. "Ele quebrou muitas regras" na escola, diz o livro. Em uma viagem autobiográfica no começo do ano, o próprio senador revelou que era um dos piores alunos da turma na Academia Naval.

Meghan é uma das figuras mais carismáticas da campanha de McCain, embora permaneça a maior parte do tempo apenas ouvindo os discursos do pai. Em julho, ela revelou a uma revista que quase se registrou como democrata como ato de rebeldia contra o pai.

Meghan revela que, no final, mudou de idéia e se registrou como independente. "Logo meu pai fez um alarde sobre isso e o tiro acabou saindo pela culatra", disse.

Contudo, Meghan, mudou seu registro eleitoral para republicana apenas este ano, como presente do Dias dos Pais, comemorado em meados de junho nos EUA.

Meghan McCain, que se descreve como "totalmente filha de papai", faz campanha ao lado do senador por Arizona, mas mantém postura crítica quanto ao Partido Republicano. "Não me identifico com a extrema direita", diz.

Ela aproveita para relatar as experiência e histórias dos bastidores da campanha republicana em seu blog, McCainBlogette.com.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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