Mundo
02/10/2008 - 18h38

John McCain desiste de fazer campanha em Michigan

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colaboração para a Folha Online

A equipe do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, desistiu da campanha em Michigan, um dos 12 Estados considerados decisivos para as eleições presidenciais de novembro.

"[Assessores de McCain] disseram que vão para outros Estados", afirmou Bill Nowling, porta-voz do Partido Republicano de Michigan.

A campanha republicana está cancelando os anúncios televisivos em Michigan para se concentrar em outros Estados-chave e McCain cancelou um ato previsto para a próxima semana na região.

Os jornais americanos "The New York Times" e "The Wall Street Journal" e a revista Politico disseram ter confirmado a notícia com fontes republicanas inteiradas da situação.

A desistência de McCain é resultado da cômoda vantagem do rival democrata Barack Obama no Estado, um cenário que os republicanos provavelmente não conseguiriam reverter com pouco mais de um mês para as eleições. Segundo o site especializado Real Clear Politics, que elabora uma média das várias enquetes, Obama tem margem de sete pontos percentuais em Michigan.

Assim, a equipe decidiu redirecionar tempo e as verbas para outros locais com cenário mais promissor.

Michigan era um dos principais pontos do mapa eleitoral de McCain. Primeiro porque Obama tinha dificuldades em atingir a classe trabalhadora, que é majoritária nesse Estado.

Segundo, porque os democratas cancelaram as primárias estaduais depois que Michigan desrespeitou as ordens do Partido Democrata nacional e antecipou a data da votação. A situação se arrastou por meses até que o Comitê Democrata de Regras decidiu permitir que os delegados do Estado participassem da convenção partidária, evento que oficializa o voto das primárias.

Com Efe

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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