Mundo
03/10/2008 - 20h48

Filho de candidato a vice democrata embarca para o Iraque

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da Folha Online

O candidato à vice-Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Democrata, Joe Biden, se declarou nesta sexta-feira "cheio de amor e orgulho" ao se despedir, em Delaware, de seu filho que embarcava para a Guerra do Iraque.

Os soldados, integrantes da Guarda Nacional de Delaware, sairão no domingo (05) rumo a Fort Bliss, no Texas, onde receberão treinamento durante seis semanas antes de partirem para o Iraque.

Beau Biden, 39, filho do candidato, é procurador-geral de Delaware, mas também é capitão e oficial jurídico na Guarda Nacional, força que todo Estado americano possui. Formado em Direito pela Universidade da Pensilvânia, mora em Wilmington (Delaware) com sua mulher Hallie e dois filhos.

Em uma breve cerimônia de despedida, Biden, conhecido no Congresso pela tendência a ser prolixo em discursos, brincou dizendo que seu filho tinha pedido que ele "fosse breve, porque os soldados estavam em posição de sentido".

"É reconfortante saber que os senhores são o grupo mais preparado e melhor treinado de cidadãos e soldados que nosso país enviou para lutar contra o perigo", disse o senador.

Assim como Biden, a candidata republicana a vice, Sarah Palin,, também tem um filho, Track,19, que foi destacado para o serviço militar no Iraque.

Palin se despediu do seu filho, soldado raso, no mês passado em cerimônia na qual afirmou que a missão de seu batalhão, no norte do Iraque, seria "defender os EUA em uma causa justa".

Nesta quinta-feira, Palin e Biden protagonizaram seu primeiro e único debate, em Saint Louis (Missouri). A governadora do Alasca se saiu melhor do que o esperado para 84% dos americanos, mas Biden vendeu o embate para a maioria dos entrevistados de uma pesquisa da rede de TV CNN, divulgada ontem.

A audiência do encontro foi maior do que a do debate entre os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain, na sexta-feira passada (26).

Com Efe

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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