Antes do segundo debate, pesquisas favorecem Obama
colaboração para a Folha Online
O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, continua à frente das pesquisas de intenção de voto no dia em que enfrenta seu rival republicano, John McCain, no segundo dos três debates presidenciais americanos.
De acordo com pesquisa Zogby divulgada nesta terça-feira, o senador democrata lidera com 48% das intenções de voto contra 45% de McCain --a margem de erro, no entanto, é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos. Já a sondagem Gallup --divulgada ontem-- dá a Obama 50% das intenções de voto contra 43% de McCain. Uma terceira pesquisa do instituto Rasmussen --também divulgada às vésperas do debate-- indica mais uma vez o favorecimento do democrata de Illinois, com 52% contra 44% do republicano.
| Reuters/AP |
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| Barack Obama (à dir.) continua na liderança da disputa contra senador John McCain (esq.) |
As expectativas em relação ao debate desta noite são ainda maiores já que o voto dos eleitores independentes ainda está na disputa. Obama lidera, segundo a mais recente pesquisa do Zogby, com uma margem de sete pontos percentuais entre esse eleitorado, com 49% contra 42% das intenções de voto de McCain. Entre as mulheres, o democrata tem 51% das intenções de voto, contra 42% do republicano.
A pesquisa Gallup foi realizada entre 2 e 4 de outubro e marca a nona sondagem seguida do instituto na qual o democrata lidera com margem significativa --fenômeno similar ao que ocorreu logo após a Convenção Nacional Democrata, que oficializou a candidatura de Obama.
O resultado desta sondagem indica também a maior margem de Obama sobre McCain nas últimas semanas, um cenário que pode ser fruto da crise financeira vivida pelos EUA --e a aprovação do pacote de resgate bilionário-- e do bom desempenho do seu companheiro de chapa, Joe Biden, no debate entre candidatos a vice, na quinta-feira (2). Biden foi apontado pelos eleitores consultados por algumas pesquisas como o vencedor do debate entre vices.
Recorde
O cenário é favorável a Obama também na sondagem do Rasmussen, na qual o senador tem 52% das intenções de voto contra 44% de McCain. Segundo o instituto, este é o maior nível de apoio registrado por Obama e também sua maior margem neste ano.
| Jason Reed-05out.08/Reuters |
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| Democrata Obama lidera pesquisas de intenção de voto há semanas |
O democrata lidera por dois pontos entre os homens e tem uma margem surpreendente de 14 pontos percentuais entre as mulheres --um grupo que o republicano McCain esperava conquistar ao escolher a governadora do Alasca, Sarah Palin, como companheira de chapa.
Obama atrai ainda 12% dos eleitores republicanos e lidera com 11 pontos percentuais entre os eleitores independentes. McCain consegue 11% dos votos democratas.
O Rasmussen aponta ainda que a liderança de oito pontos percentuais é maior do que qualquer liderança registrada nas eleições presidenciais de 2004, quando o presidente george W. Bush ganhou a reeleição diante do democrata John Kerry.
A pesquisa Rasmussen sugere ainda a relação entre a liderança de Obama e a crise financeira. Pouco mais da metade dos eleitores --51%-- diz que confiam mais em Obama do que em McCain para lidar com a situação econômica, enquanto 42% defendem o cenário contrário.
Pesquisa Rasmussen foi realizada pelo telefone com mil eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa Gallup foi realizada com 2.728 eleitores e tem margem de erros de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Já a sondagem Zogby foi realizada entre 4 e 6 de outubro, com 1.237 eleitores. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos.
Obama e McCain se encontram nesta terça-feira na Universidade Belmont, em Nashville, Tennessee. O debate acontece às 21h (22h em Brasília) e será guiado por perguntas da platéia, moderadas pelo jornalista Tom Brokaw.
Com agências internacionais




Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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