Mundo
06/10/2008 - 16h43

Obama continua à frente de McCain nas pesquisas; debate será amanhã

Publicidade

da Folha Online

O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, continua à frente do republicano John McCain em cinco pesquisas de intenção de voto de âmbito nacional que foram divulgadas nesta segunda-feira.

Uma das pesquisas que aponta a maior margem favorável a Obama --de oito pontos-- é do instituto Gallup. Conforme o instituto, o democrata tem 50% da preferência e McCain, 42%. Foram entrevistadas 2.744 pessoas, entre os últimos dias 3 e 5.

Outro instituto que apontou uma vantagem de oito pontos de Obama sobre McCain foi o Rasmussen, no qual o democrata tem 52% das intenções de voto e o republicano, 44%. Esses percentuais foram tirados de mil entrevistas realizadas também entre 3 e 5.

Obama também aparece à frente nos levantamentos do Hotline/FD Tracking, que dá 47% da preferência a Obama e 41% a McCain; do Democracy Corps, que dá 49% a Obama e 46% a McCain; e do GW/Battleground Tracking, que dá 50% a Obama e 43% a McCain.

Desde a semana passada, quando passou a colecionar números desfavoráveis em pesquisas, a campanha republicana elevou o tom de seus ataques.

No fim de semana, a candidata a vice republicana, Sarah Palin, disse que Obama mantém "relações amistosas com terroristas". Nesta segunda-feira, a campanha democrata pôs na internet um vídeo que lembra o papel de McCain em um escândalo financeiro dos anos 60.

Os ataques esquentam os ânimos para o debate de amanhã. Obama e McCain se enfrentam às 21h (22h de Brasília) na Universidade Belmont, em Nashville, Tennessee. No próximo dia 15 acontece o terceiro e último debate antes do pleito, que será em 4 de novembro.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca