Mundo
06/10/2008 - 21h53

Cristãos latinos declaram apoio à candidatura de McCain

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da Efe, em Washington

A Coalizão Nacional Latina de Ministros e Líderes Cristãos (Conlamic) declarou publicamente apoio ao candidato republicano à Casa Branca, John McCain, por "seus valores tradicionais conservadores", informou nesta segunda-feira o presidente da organização, Miguel Rivera.

Em meio à Conferência Nacional de Liderança Pastoral, realizada em Washington no final de setembro, os líderes cristãos se decidiram, após um "intenso" debate, pelo senador pelo Arizona com 53% dos votos, contra 47% que se inclinaram por seu adversário, o democrata Barack Obama.

Segundo Rivera, McCain obteve o apoio da coalizão, que representa mais de 16 mil igrejas e pastores de 34 Estados do país, "por sua experiência, sua integridade, seus valores tradicionais conservadores e por ser o pai de uma reforma imigratória".

"Finalmente a equipe de McCain (...) conseguiu ser o melhor investimento de nossos princípios, já que sabemos que a experiência comprovada do senador nos encoraja a confiar que ele será um defensor de nossas iniciativas", assinalou.

O presidente da organização reconheceu que Obama recebeu um "forte apoio" em aspectos como "o plano de serviços médicos universal e sua conduta em buscar consenso entre assessores a sua disposição".

"A votação girou ao redor das necessidades e conflitos que enfrenta a comunidade latina nos EUA em assuntos como a deportação", explicou.

Atualmente, os EUA contam com 39 milhões de imigrantes, dos quais 11,9 milhões são ilegais, segundo os últimos dados do Pew Hispanic Center.

Em 2007, cerca de um em cada dez adultos hispânicos, tanto nascidos no país (8%) como imigrantes (10%), foram parados pela Polícia para verificação de seu estado imigratório.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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