Mundo
07/10/2008 - 19h13

McCain e Obama ganham biografia em quadrinhos nos EUA

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da Associated Press, em Los Angeles

As trajetórias de vidas dos dois candidatos à Presidência dos Estados Unidos, John McCain e Barack Obama, se tornaram histórias em quadrinhos, que foram publicadas nesta quarta-feira, na Califórnia.

A editora IDW Publishing, sediada em San Diego, afirmou que produziu as biografias ilustrada dos presidenciáveis para aproveitar o aumento do interesse público pelos dois senadores com a aproximação das eleições, que acontecem dia 4 de novembro. Os dois quadrinhos serão vendidos separadamente em lojas especializadas e, em versão conjunta, em bancas de jornais.

No quadrinho sobre McCain, o candidato republicano é ilustrado preso em um campo de guerra durante o conflito no Vietnã. Já o democrata Obama é retratado como líder comunitário e, em uma cena, aparece sentado em uma mesa de cozinha conversando com moradores de um bairro pobre de Chicago.

"É realmente empolgante fazer algo tão fora do padrão para comic books", afirmou Scoot Dunbier, editor de projetos especiais da IDW. Segundo ele, sua admiração pelos dois candidatos cresceu depois de conhecer as biografias deles. "Os dois possuem histórias de vida muito interessantes", acrescentou.

Na capa dos gibis estão, em cada versão, um dos candidatos com a bandeira dos EUA ao fundo. McCain sorri enquanto olha para a direita, enquanto Obama parece mais sério e tem o rosto virado para a esquerda.

As duas publicações têm 28 páginas e se baseiam em informações das biografias dos presidenciáveis divulgadas em seus sites de campanha e livros sobre os candidatos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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