Justiça do Alasca declara Palin culpada em inquérito sobre abuso de poder
da Reuters, em Anchorage
da Folha Online
Um tribunal do Alasca decidiu nesta sexta-feira à noite que a governadora do Estado e candidata republicana a vice-Presidência, Sarah Palin, fez uso abusivo do poder durante seu mandato. A campanha republicana ainda não tinha se manifestado sobre a decisão judicial.
A investigação judicial se refere à denúncia de um alto integrante do governo do Alasca, que disse ter sido demitido, arbitrariamente, por Palin, após se negar a mandar embora um funcionário que, naquele momento, estava se divorciando da irmã da governadora.
| Ramin Talaie/Efe |
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| Sarah Palin; veja imagens da candidata a vice republicana |
Palin teria abusado de sua autoridade quando ordenou a demissão do comissário de segurança pública Walt Monegan, após ele ter se negado a despedir o agente Mike Wooten. Na época, Wooten estava se divorciando da irmã de Palin em um disputado processo judicial.
Segundo a comissão ética que presidia o inquérito, Palin deixou os laços familiares influenciarem seu poder de decisão, mesmo que essa não tenha sido a única razão para a demissão de Monegan. "Me sinto vingado. Parece que eles validaram minhas certezas e opiniões", afirmou Monegan.
A campanha do presidenciável republicano John McCain diz poder provar que o comissário foi demitido em julho por sua insubordinação em assuntos orçamentários. Palin e seu marido, Todd, se negaram a cooperar com a investigação, que chamam de "partidária".
Na quinta-feira, a Suprema Corte do Estado rejeitou uma tentativa de políticos republicanos de suspender o inquérito. Eles afirmavam que a investigação havia sido motivada por disputas políticas.
No início, Palin aceitou a investigação. Mas, assim que foi escolhida por McCain como companheira de chapa, em agosto, pasou a evitar falar sobre o assunto publicamente e apenas repudia as acusações.
Os democratas acusaram a campanha de McCain de tentar impedir a investigação. "A campanha partidária de McCain e Palin interferiu e está escolhendo alvos partidários para criar boatos e fazer a investigação parecer algo que não é", afirmou Patti Higgins, diretora do Partido Democrata do Alasca.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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