Obama é apoiado na Filadélfia e pode levar importante Estado nas eleições
da Efe, em Filadélfia
Os democratas da Filadélfia demonstraram hoje que a Pensilvânia já esqueceu Hillary Clinton, sua opção nas primárias, e receberam com clamor o candidato presidencial Barack Obama, a quem definiram majoritariamente como 'magnífico'.
A Pensilvânia é um dos estados cujos resultados permanecem em aberto. A julgar pelas pesquisas, que dão aos democratas uma vantagem de dois pontos nesse Estado, e pela emoção hoje na Filadélfia, em novembro, a Pensilvânia, berço da Declaração da Independência, deve apoiar com força a chegada do primeiro presidente negro à Casa Branca.
Obama, que participou hoje de quatro atos eleitorais na Filadélfia, não foi o único a fazer campanha no Estado da Pensilvânia.
Alguns quilômetros mais ao nordeste, Sarah Palin, a candidata republicana à Vice-Presidência, se concentrou na parte mais conservadora do Estado e esta noite abrirá uma partida de hóquei na Filadélfia.
Obama iniciou a manhã agradecendo ao candidato republicano, John McCain, por tê-lo defendido em um ato eleitoral no qual foi chamado de árabe. "Podemos estar em desacordo, mas ainda podemos nos respeitar", disse.
A presença de Obama na Filadélfia paralisou a principal cidade da Pensilvânia, que se transformou em uma sucessão de ruas bloqueadas e enormes filas que davam acesso aos locais onde o democrata falou.
Hoje, muitos não chegaram a ver nem a ouvir Obama. Entre elas estava Louise, uma funcionária de um hospital da cidade, que mesmo assim declarou emocionada: "Eu consegui senti-lo muito de perto. Foi muito especial. Magnífico."
A maioria reconheceu que quase não conseguiu ouvir o candidato, mas isso não diminuiu o entusiasmo de milhares de afro-americanos que expressavam sua esperança nas propostas de Obama para revitalizar a economia e superar a profunda crise financeira que castiga o país e o mundo.
"Ele é nossa esperança", disse um jovem que vendia camisetas com o slogan da campanha do senador por Illinois a US$ 10.
Em todos os atos a mensagem do candidato foi a mesma. Obama falou de seus planos para reforçar a economia, diminuir os impostos às famílias de classe média e conceder isenções fiscais às empresas que criem postos de trabalho.
Várias centenas de quilômetros a oeste, em Johnstown, na parte conservadora do Estado, Sarah Palin teve um discurso bem diferente, no qual perguntou ao público quantos deles serviram nas Forças Armadas. Pediu também que fosse feita uma homenagem a essas pessoas.
Palin, censurada por abuso de poder em um relatório legislativo no Alasca, discursou contra Obama e o tachou de "radical" no que se refere ao aborto.


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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