Obama tem dez pontos percentuais sobre McCain, aponta pesquisa
da Reuters, em Washington
colaboração para a Folha Online
O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, mantém liderança significativa sobre seu rival republicano, John McCain, às vésperas do último debate presidencial e com apenas três semanas para a eleição de 4 de novembro.
Segundo pesquisa do jornal "Washington Post"/ABC divulgada nesta segunda-feira, Obama tem 53% das intenções de voto contra 43% do rival republicano, uma margem atribuída à grave crise financeira dos Estados Unidos e à imagem do senador democrata como mais apto a lidar com a situação.
| AP/Efe |
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| Republicano John McCain (esq.) continua atrás do democrata Barack Obama (dir) na corrida pela Presidência americana |
A sondagem aponta ainda que 64% dos eleitores vêem Obama favoravelmente, um aumento de seis pontos percentuais em apenas um mês. Para McCain, o cenário é significativamente menos positivo --52% vêem o republicano favoravelmente, uma queda de 7 pontos percentuais no mesmo período.
Esta melhora na imagem democrata, aponta o instituto, é em parte resultado do desempenho do democrata no último debate presidencial, realizado no dia 15 de setembro.
Quase um terço dos eleitores têm opinião mais favorável do senador por Illinois por conta de seu desempenho no debate, contra apenas 8% que disseram vê-lo de maneira desfavorável por causa do confronto. De maneira geral, embora a mídia tenham apontado um confronto sem grandes conquistas e empatado entre os senadores, as pesquisas realizadas com espectadores dão ao democrata a vitória dos dois debates.
No caso do republicano McCain, segundo sondagem "Post", apenas 12% têm uma opinião mais positiva sobre o senador de Arizona após o debate contra 26% disseram que o confronto piorou sua visão sobre o republicano.
A pesquisa "Post"/ABC aumenta a pressão sobre McCain para o último debate entre ambos, marcado para quarta-feira na Universidade Hofstra, em Hempstead, Nova York. Será a última grande oportunidade de McCain provar aos eleitores que também é capaz de retomar a aceleração econômica antes da eleição de 4 de novembro.
Crítica
Assim como alguns membros do Partido Republicano, os eleitores também criticam McCain por atacar seu adversário em vez de lidar com as questões importantes para o país. Segundo a sondagem, mais da metade dos entrevistados, 59%, disse que o senador tem se preocupado demais em atacar Obama. Em agosto, 48% dos entrevistados tinha essa opinião.
Do outro lado, 68% dos eleitores disseram que Obama está tratando das questões do país durante a pior crise financeira desde a Grande Depressão.
Em impostos, tema que McCain destaca constantemente, dizendo que o rival vai aumentar a carga tributária, Obama ganhou liderança significativa. Segundo a sondagem, Obama lidera com 52% das indicações contra 41% como candidato mais confiável para lidar com o tema.
No final de setembro, os candidatos estavam praticamente empatados, com 48% para Obama contra 46% de McCain.
A pesquisa consultou 1.101 pessoas, incluindo 945 eleitores registrados, e foi realizada entre 8 e 11 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos para a amostra total e de 3,5 pontos percentuais para a amostra de 766 prováveis eleitores.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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