Obama supera 300 votos no Colégio Eleitoral pela primeira vez
da Folha Online
O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, conseguiu chegar aos 313 votos no Colégio Eleitoral, de acordo com pesquisas de tendência de voto realizadas em todo o país e reunidas pelo site Real Clear Politics. Essa é a primeira vez que o candidato ultrapassa a casa dos 300. São necessários ao menos 270 votos para vencer.
Conforme o Real Clear Politics, enquanto Obama tem 313 votos; o republicano John McCain tem 158; e 67 --pertencentes a Nevada, Missouri, Indiana, Ohio, Virgínia Ocidental e Carolina do Norte-- permanecem indecisos.
Os votos no Colégio Eleitoral são importantes porque determinam o ganhador da eleição.
| Alex Brandon/Carlos Barria /AP/Reuters |
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| O senador democrata Barack Obama aparece com vantagem sobre o colega republicano John McCain na corrida à Presidência dos EUA |
Nos EUA, a eleição é indireta. Desta forma, a escolha da maioria dos eleitores do país serve não para determinar imediatamente o vencedor mas para orientar os votos de delegados que integram o chamado Colégio Eleitoral. Cada Estado possui um certo número de delegados no Colégio Eleitoral; e a tendência é a de que os delegados de um Estado votem em consonância com a maioria dos eleitores daquela região.
Em relação à semana passada, a diferença foi a vantagem democrata diagnosticada nos Estados de Colorado e Flórida.
Em cinco pesquisas de intenção de voto realizadas com eleitores de todo o país, Obama está na frente com cinco a dez pontos percentuais de vantagem. A menor diferença foi a apontada pelo Rasmussen, que dá 50% dos votos a Obama e 45% a McCain; e a maior foi a do Gallup Expandido, que dá 53% para Obama contra 43% para McCain.
Mapa
Confira as tendências de voto, Estado a Estado:
| Arte/Folha Online | ||
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Debate
Na noite de amanhã (15), Obama e McCain se enfrentam no terceiro e último debate. Os dois irão falar sobre economia. Ontem, Obama lançou novas propostas de solução para a crise e, hoje, McCain fez o mesmo. Os dois tentam demonstrar capacidade para solucionar o problema.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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