Mundo
14/10/2008 - 21h07

Sites de apostas na internet dão vitória a Barack Obama

Publicidade

da France Presse, em Washington

Os fãs de apostas na internet dão, nos Estados Unidos, uma ampla vitória ao candidato democrata à Presidência americana, Barack Obama, segundo dados de um importante site de apostas online, cuja confiabilidade, em geral, iguala, ou supera, a das pesquisas, afirmam especialistas.

De acordo com o site Intrade, precursor nas apostas online de todo tipo, a maioria dos jogadores acredita que Obama ganhará em todos os Estados que já haviam votado no democrata John Kerry, na corrida de 2004 pela Casa Branca, assim como nos Estados-chave de Virgínia, Ohio, Flórida, Colorado, Nevada, Iowa, Novo México e Missouri.

Segundo os prognósticos dos apostadores, Obama terá, no dia 4 de novembro, 364 grandes eleitores do Colégio Eleitoral. São necessários pelo menos 270 para ser presidente dos EUA.

O mecanismo dos mercados de apostas é simples: se o jogador achar que um candidato vai vencer, compra o contrato, e vice-versa. O equilíbrio entre oferta e demanda estabelece o preço.

Nesta terça, às 20h GMT (17h de Brasília), o contrato "Obama ganha as eleições" valia 78, ou seja, US$ 7,8, o que significa que, para os apostadores, há 78% de possibilidade do democrata ser eleito. Já o contrato "McCain ganha as eleições" valia 22,3.

Para o jornalista especializado em economia da revista "New Yorker" e autor da obra de referência em apostas online "The Wisdom of Crowds", James Surowiecki, esses jogos são mais confiáveis do que muitas pesquisas.

Segundo ele, ao apostar o próprio dinheiro, o jogador assume um compromisso mais forte do que com uma simples declaração aos pesquisadores.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca