Mundo
15/10/2008 - 15h29

Obama ganha de McCain em 13 pesquisas nacionais, afirma site

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da Folha Online

Treze pesquisas realizadas com eleitores americanos de todo o país nos últimos dois dias colocam o senador democrata Barack Obama na frente do colega republicano John McCain na disputa pela Casa Branca. A vantagem varia de três a 14 pontos percentuais, conforme os dados do site Real Clear Politics.

O site compilou, apenas ontem, sete pesquisas de intenção de voto nacionais. Os extremos ficam por conta da pesquisa IBD/TIPP, que atribui 45% dos votos para Obama e 42% para McCain --uma diferença de três pontos percentuais--; e da CBS News/New York Times, que dá 53% para Obama e 39% para McCain --diferença de 14 pontos.

Nesta quarta, foram seis pesquisas. Os extremos --mais modestos que os de ontem-- ficaram com a Reuters/C-Span/Zogby, que dá 48% da preferência a Obama e 44% a McCain --quatro pontos de diferença--; e com a Ipsos/McClatchy, que atribuiu 48 % a Obama e 39% a McCain --nove pontos de diferença.

Os resultados consolidam a vantagem de Obama nas pesquisas, tendência reforçada desde o agravamento da crise financeira nos EUA.

No que diz respeito ao Colégio Eleitoral, Obama também está na frente. O levantamento é importante porque, nos EUA, as eleições são indiretas, e os delegados do Colégio Eleitoral são os reais responsáveis pela escolha do novo presidente. Cada delegado pertence a um Estado e tende a votar em consonância com a maioria dos eleitores daquele Estado.

De acordo com pesquisas de intenção de voto realizadas Estado a Estado compiladas pelo Real Clear Politics, Obama possui atualmente 286 votos no Colégio Eleitoral --mais que os 270 mínimos-- e McCain, 158. Outros 94 votos pertencem aos Estados indecisos --Flórida, Nevada, Missouri, Virgínia Ocidental, Indiana, Ohio e Carolina do Norte.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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