Mundo
18/10/2008 - 10h44

Obama mantém vantagem de quatro pontos sobre McCain, diz pesquisa

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da Folha Online

O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, mantém uma vantagem de 4 pontos percentuais sobre seu rival, o republicano John McCain, segundo pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby divulgada neste sábado.

Segundo o levantamento, Obama lidera com 48%, contra 44% de McCain. O especialista em pesquisas John Zogby disse que, embora a vantagem de Obama tenha se mantido entre 2 e 6 pontos, o dado de hoje mostra uma ligeira inclinação na preferência dos eleitores por McCain.

"Hoje temos a primeira amostra completa após o debate e há uma clara indicação de que McCain está subindo", disse Zogby. Ele acrescentou que o apoio a McCain entre os eleitores republicanos parece estar se consolidando.

McCain teve apoio de 91% dos eleitores republicanos, enquanto Obama conta com um apoio menor entre os eleitores democratas, de 88%. O democrata, no entanto, ainda tem 16 pontos percentuais de vantagem sobre seu rival entre os eleitores independentes --que vêm sendo considerados como o fator decisivo para as eleições de 4 de novembro.

"Se [McCain] mantiver esse apoio entre os republicanos, ele permanecerá competitivo. Mas ele vai ter de elevar sua aceitação entre os independentes", disse Zogby.

Obama teve um aumento na preferência dos eleitores nas últimas semanas, por ser visto como capaz de lidar com a crise econômica. McCain tem a liderança no grupo de eleitores de idades entre 35 e 49 anos; já Obama mantém vantagem entre os eleitores de outras faixas etárias --inclusive eleitores mais velhos. "Isso deve ocorrer devido ao impacto da crise sobre os eleitores perto da aposentadoria ou já aposentados", afirmou Zogby.

Entre as mulheres, Obama ainda tem uma vantagem de 7 pontos sobre McCain, mostra a pesquisa, mas esse dado já foi maior: o apoio a Obama entre as mulheres caiu 4 pontos percentuais nas duas últimas pesquisas, destacou Zogby. "E eu sei o que isso significa: as mulheres republicanas estão se voltando para McCain."

O candidato independente Ralph Nader obteve 2% das preferências dos eleitores, enquanto o ex-parlamentar republicano Bob Barr, 59, do Partido Libertário, obteve 1%.

O dado divulgado hoje confirma a vantagem registrada na pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby divulgada nesta quarta-feira (15).

A pesquisa foi realizada entre sábado (11) e terça-feira (14) com 1.210 prováveis eleitores. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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