Mundo
19/10/2008 - 15h34

Secretário-assistente de Estado dos EUA visita região da Geórgia

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da Efe

O secretário-assistente de Estado dos EUA, Daniel Fried, visitou hoje Gori, uma das regiões georgianas mais atingidas pela guerra entre russos e georgianos pelo controle da região separatista da Ossétia do Sul.

"A população em Gori está em uma situação difícil. Suas casas foram destruídas, suas propriedades roubadas e vivem indefesos", declarou Fried, citado pela rede de TV local.

Fried, que se reunirá amanhã com o presidente georgiano, Mikhail Saakashvili, afirmou que os Estados Unidos "farão todo o possível para ajudarem os georgianos" e "garantirem sua segurança".

"É muito importante a presença dos observadores europeus. Apesar de tudo, as pessoas retornam e tentam reconstruir seus lares", declarou.

O subsecretário afirmou que "os EUA e as organizações internacionais apóiam a Geórgia, que neste momento necessita de paz".

O encouraçado americano Barry atracou no último sábado no porto georgiano de Poti (Mar Negro), onde foi recebido pelas autoridades locais.

O Ministério da Defesa da Geórgia não especificou as razões da visita do encouraçado, embora vários navios americanos tenham visitado este país nas últimas semanas.

O destróier Mason atracou no final de setembro passado no porto de Batumi, onde oficiais da Armada e guardas fronteiriços georgianos subiram a bordo para a realização de manobras em águas do Mar Negro.

No final de agosto, a fragata americana Dallas, com ajuda humanitária para a Geórgia, também fundeou em Batumi, sede da antiga base militar russa.

A primeira reunião entre Rússia e Geórgia promovida por ONU (Organização das Nações Unidas), UE (União Européia) e OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa) para a busca de um acordo permanente para o conflito pelas repúblicas separatistas da Ossétia do Sul e da Abkházia, foi realizada esta semana em Genebra sem resultados positivos.

A Rússia afirma que as reuniões contam com a participação de representantes da Ossétia do Sul e da Abkházia, algo considerado inaceitável pela Geórgia e também pelos Estados Unidos, diz Fried.

Apesar das críticas, a Rússia começou esta semana a posicionar tropas regulares na Abkházia e na Ossétia do Sul.

Comentários dos leitores
J. R. (1000) 07/10/2009 09h20
J. R. (1000) 07/10/2009 09h20
Marcel Guazzelli () 04/03/2009 08h56 - Revisando, Sr. Marcel, as nossa informações se complementam. Eu apenas preferiria que Stalin não ficasse no poder, porém sem ele não sei se a Rússia teria vencido. Enfim, as tropas alemãs foram todas dizimadas pelos russos nos Balcãs. sem opinião
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Marcel Guazzelli (4) 04/03/2009 08h56
Marcel Guazzelli (4) 04/03/2009 08h56
Sr JR, as maiores baixas foram russas, as melhores tropas alemãs estavam no flanco oriental ... só pra citar alguma coisa.... não vou aqui abrir a wikipédia e pegar um monte de números para justificar a minha posição, o que sería muito fácil... Mas atacar velhos e menores de idade, flanco ocidental, tenho absolutamente certeza que foi bem mais fácil 4 opiniões
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J. R. (1000) 27/02/2009 16h08
J. R. (1000) 27/02/2009 16h08
O Ocidente informava a posição das tropas alemãs e enviava suprimentos e combustíveis para as linhas russas, ó Marcel Guazzelli (2) 04/10/2008 09h21
quando diz "Sr. J.R. , quem mais ajudou para a derrocada alemã foram os russos e não os aliados. Leia mais, por favor... ". Desculpe Sr. Guazzelli, procuro me aprofundar no que leio, portanto não leio pasquins ...
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