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20/10/2008 - 06h46

Maioria dos americanos aponta vitória de Barack Obama

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colaboração para a Folha Online

Com Barack Obama na liderança das pesquisas de opinião, a maioria dos eleitores americanos (55%) aponta a vitória do democrata na disputa pela Casa Branca. Segundo a pesquisa Rasmussen, apenas 15% esperam que o republicano John McCain se torne o 44º presidente dos Estados Unidos.

A sondagem aponta ainda que boa parte dos eleitores --27%-- dizem que a corrida está muito acirrada para nomear um vencedor.

Efe - 17.out.2008
Obama e McCain focam suas campanhas neste fim de semana em Estados cruciais para a disputa presidencial no dia 4 de novembro
Eleitores apontam vitória do democrata Barack Obama (à esq.) na disputa presidencial americana; apenas 15% indicam John McCain

Pesquisa do Reuters/C-SPAN/Zogby divulgada nesta segunda-feira dá ao senador por Illinois 50% das intenções de voto contra 44% do republicano McCain. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos, o que deixaria os dois senadores em cenário próximo a um empate estatístico.

O Rasmussen aponta o favoritismo de Obama na aposta dos eleitores como resultado da mudança causada na disputa pela grave crise financeira dos EUA.

Em meados de setembro, pouco antes do estouro da crise com o anúncio do pedido de concordata do banco Lehman Brothers, os eleitores estavam mais igualmente divididos sobre quem efetivamente substituirá o republicano George W. Bush na Casa Branca. Na época, 35% esperavam que McCain fosse ganhar e 34% apontavam Obama como o vencedor.

Contudo, no mês anterior, em agosto, antes dos partidos realizarem as convenções que oficializaram a candidatura dos dois senadores, 46% esperavam que Obama seria o novo presidente contra 28% que diziam acreditar na vitória de McCain.

Na pesquisa atual, as expectativas em relação à vitória das eleições de 4 de novembro estão diretamente alinhadas com as bases partidárias. Entre os que indicam voto no democrata Obama, 81% dizem acreditar que o senador vai ganhar e 15% dizem que a corrida continua acirrada demais para apostar no resultado.

Entre os eleitores de McCain, o otimismo é significativamente menor --31% apostam na vitória do senador por Arizona, 40% dizem que a corrida está muito disputada e 27% indicam que o rival democrata sairá vencedor.

De maneira geral, 13% esperam uma vitória esmagadora de Obama contra apenas 2% que esperam um desempenho similar do republicano McCain.

Ânimos

O Rasmussen indica ainda que 29% dos eleitores entrevistados dizem falar sobre a corrida presidencial por uma hora ou mais durante o dia. Outros 24% dizem que não estão discutindo a disputa ou passam menos de 15 minutos falando sobre a campanha de Obama e McCain.

Com a consolidação da vantagem de Obama nas pesquisas, o interesse dos eleitores com a disputa caiu. Agora, 34% dizem que a eleição será excitante contra 45%, em meados de setembro. Os eleitores republicanos estão mais empolgados com a disputa que os democratas.

Outros 13% dizem esperar que a campanha de Obama-McCain será entediante, um aumento de quatro pontos percentuais desde agosto. Contudo, 83% dos eleitores reconhecem que há grandes diferenças entre as propostas dos dois senadores contra apenas 12% que indicam que Obama e McCain tomariam o mesmo rumo na Presidência.

A pesquisa Rasmussen foi realizada em 10 de outubro, com mil eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
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