Obama amplia liderança em pesquisa; maioria aposta na sua vitória
Reuters, em Washington
colaboração para a Folha Online
O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, ampliou para seis pontos percentuais sua vantagem sobre o republicano John McCain, segundo pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby divulgada na segunda-feira. Sondagem de outro instituto aponta que a maioria dos eleitores aposta na vitória do democrata em 4 de novembro.
Segundo Zogby, Obama tem 50% da preferência dos prováveis eleitores, contra 44% de McCain. A vantagem subiu se comparado com os três pontos percentuais registrados por Obama no domingo.
| Efe - 17.out.2008 |
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| Eleitores apontam vitória do democrata Barack Obama (à esq.) na disputa presidencial americana; apenas 15% indicam John McCain |
"Obama realmente consolidou sua base, e agora tem grandes vantagens entre os jovens, os hispânicos e negros", disse o especialista em pesquisas John Zogby. "Entrar na casa dos 50% o coloca em posição de vencer."
A expansão da vantagem de Obama quebra uma seqüência de três dias seguidos em que McCain ganhou terreno sobre o democrata após o último debate entre ambos, em 15 de outubro.
O instituto aponta ainda que esta foi a primeira vez desde o início das pesquisas diárias, há 14 dias, que Obama atingiu a marca de 50% da preferência do eleitorado. Obama também aumentou sua vantagem entre os independentes de 8 para 11 pontos e entre as mulheres de 6 para 8 pontos.
"McCain parece ter escorregado um pouco, mas ainda é uma disputa bastante apertada", ressaltou Zogby.
A pesquisa, realizada entre 17 e 19 de outubro, com 1.211 pessoas, mostrou ainda o independente Ralph Nader e a candidata do Partido Verde, Cynthia McKinney, com 1% das intenções de voto cada. A sondagem Zogby tem margem de erro de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos.
Aposta
Uma outra pesquisa divulgada recentemente aponta o reconhecimento do favoritismo de Obama entre os eleitores. Segundo Rasmussen, 55% dos eleitores americanos apostam na vitória do democrata contra apenas 15% que dizem esperar que McCain saia como vencedor da votação de novembro.
A sondagem aponta ainda que boa parte dos eleitores --27%-- dizem que a corrida está muito acirrada para nomear um vencedor.
O Rasmussen aponta o favoritismo de Obama na aposta dos eleitores como resultado da mudança causada na disputa pela grave crise financeira dos EUA.
Em meados de setembro, pouco antes do estouro da crise com o anúncio do pedido de concordata do banco Lehman Brothers, os eleitores estavam mais igualmente divididos sobre o assunto --35% esperavam que McCain fosse ganhar e 34%, Obama.
A pesquisa atual aponta também, como esperado, que o otimismo sobre a vitória é maior entre os eleitores de Obama. Entre os que indicam voto no democrata, 81% dizem acreditar que o senador vai ganhar e 15% dizem que a corrida continua acirrada demais para apostar no resultado.
Entre os eleitores de McCain, 31% apostam na sua vitória, 40% dizem que a corrida está muito disputada e 27% indicam que o rival democrata sairá vencedor.
De maneira geral, 13% esperam uma vitória esmagadora de Obama contra apenas 2% que esperam um desempenho similar do republicano McCain. A pesquisa Rasmussen foi realizada em 10 de outubro, com mil eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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