Prefeito conservador de Londres apóia Obama na eleição dos EUA
da Efe, em Londres
O prefeito conservador de Londres, Boris Johnson, diz preferir o democrata Barack Obama como próximo presidente dos Estados Unidos ao seu rival republicano, John McCain.
Em artigo publicado hoje pelo jornal conservador "The Daily Telegraph", o prefeito classifica Obama como um candidato "extremamente inteligente" e que dá uma impressão de "sinceridade e cortesia".
Além disso, ao contrário do atual ocupante da Casa Branca, Obama "não tem dificuldades para emitir uma série de frases gramaticais em inglês sem se esquecer do verbo principal", comenta Johnson em uma alusão ao atual presidente americano e republicano George W. Bush.
| Daniel Hambury-01mai.08/Efe |
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| O convervador Boris Johnson declarou apoio ao americano democrata Barack Obama |
Ao contrário de seu adversário, McCain, Obama "encarna visivelmente a mudança e a esperança no momento em que os Estados Unidos necessitam de ambas as coisas", acrescenta Johnson.
O conservador também critica a ação americana no Iraque que, "embora bem intencionada", "contribuiu em algumas partes do mundo para desacreditar a idéia da democracia ocidental".
Johnson fala também sobre a crise financeira que estourou nos Estados Unidos, mas já atinge a Europa. "O recente colapso do sistema bancário e o humilhante recurso para soluções semi-socialistas contribuíram também em boa medida para desacreditar, aos olhos de alguns, a idéia do capitalismo de livre mercado", afirmou.
"A democracia e o capitalismo são os dois grandes pilares da idéia americana. Ter sacudido um desses dois pilares pode ser considerado uma desgraça, mas ter danificado a reputação de ambos, tanto dentro quanto fora do país, é uma conquista assombrosa se tratando de um presidente dos EUA", continua Johnson em suas críticas ao presidente Bush.
O problema de McCain, segundo o prefeito de Londres, é que "não parece oferecer nenhuma esperança de restabelecer esses ideais americanos, ou, dito de outra maneira, que não está claro como os EUA governados por McCain poderiam recuperar seu prestígio aos olhos do mundo".
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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