Mundo
21/10/2008 - 08h17

Prefeito conservador de Londres apóia Obama na eleição dos EUA

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da Efe, em Londres

O prefeito conservador de Londres, Boris Johnson, diz preferir o democrata Barack Obama como próximo presidente dos Estados Unidos ao seu rival republicano, John McCain.

Em artigo publicado hoje pelo jornal conservador "The Daily Telegraph", o prefeito classifica Obama como um candidato "extremamente inteligente" e que dá uma impressão de "sinceridade e cortesia".

Além disso, ao contrário do atual ocupante da Casa Branca, Obama "não tem dificuldades para emitir uma série de frases gramaticais em inglês sem se esquecer do verbo principal", comenta Johnson em uma alusão ao atual presidente americano e republicano George W. Bush.

Daniel Hambury-01mai.08/Efe
O convervador Boris Johnson é o novo prefeito eleito de Londres, no Reino Unido
O convervador Boris Johnson declarou apoio ao americano democrata Barack Obama

Ao contrário de seu adversário, McCain, Obama "encarna visivelmente a mudança e a esperança no momento em que os Estados Unidos necessitam de ambas as coisas", acrescenta Johnson.

O conservador também critica a ação americana no Iraque que, "embora bem intencionada", "contribuiu em algumas partes do mundo para desacreditar a idéia da democracia ocidental".

Johnson fala também sobre a crise financeira que estourou nos Estados Unidos, mas já atinge a Europa. "O recente colapso do sistema bancário e o humilhante recurso para soluções semi-socialistas contribuíram também em boa medida para desacreditar, aos olhos de alguns, a idéia do capitalismo de livre mercado", afirmou.

"A democracia e o capitalismo são os dois grandes pilares da idéia americana. Ter sacudido um desses dois pilares pode ser considerado uma desgraça, mas ter danificado a reputação de ambos, tanto dentro quanto fora do país, é uma conquista assombrosa se tratando de um presidente dos EUA", continua Johnson em suas críticas ao presidente Bush.

O problema de McCain, segundo o prefeito de Londres, é que "não parece oferecer nenhuma esperança de restabelecer esses ideais americanos, ou, dito de outra maneira, que não está claro como os EUA governados por McCain poderiam recuperar seu prestígio aos olhos do mundo".

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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