Em comercial, Obama apresenta plano de governo e explora Estados-chave
da Folha Online
Atualizado às 23h11.
O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, apresenta nesta quarta-feira, em sete emissoras americanas, um programa eleitoral de meia hora. No vídeo, a campanha exibiu histórias de "cidadãos comuns", em estratégia similar à usada pelo rival republicano John McCain com seu "Joe, o encanador", no último debate entre os dois na TV. Houve ainda freqüentes menções a Estados-chave na disputa, como a Flórida.
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| AP/Obama Campaign |
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| Barack Obama conversa sentado à mesa ao lado de uma família; veja fotos de outros momentos do programa eleitoral democrata |
Além das declarações de americanos "comuns" o democrata alternou com testemunhais de democratas e empresários. Ao longo da propaganda, Obama apresentou aos eleitores a esposa, Michelle, as duas filhas e fotos antigas do pai negro do Quênia e da mãe branca do Kansas.
Obama explicou suas propostas em áreas como saúde, economia, educação e Guerra no Iraque.
"Nós vimos nos últimos oito anos como as decisões de um presidente podem ter um profundo efeito no curso da história e nas vidas dos americanos. Mas os maiores problemas do nosso país são anteriores a isso. Falamos dos mesmos problemas há décadas e nada é feito para resolvê-los", disse Obama na abertura da apresentação, em referência à marca de mudança que carregou desde o início da campanha.
Na seção em que falou sobre economia, Obama disse que seu plano "não vai fazer crescer o governo, vai fazer crescer a economia".
O democrata também abordou política externa. Disse que vai usar "de diplomacia dura e direta" para impedir que o Irã obtenha armas nucleares. Nos debates na TV, o rival dele, John McCain, criticou diversas vezes a idéia de Obama de dialogar com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, "sem pré condições".
O programa terminou com uma transmissão ao vivo de um comício da campanha na Flórida, um dos vários Estados onde Obama está tentando capturar o eleitorado tradicionalmente republicano.
O programa foi exibido pelas emissoras CBS, NBC, Fox, Bet, Univision, TVOne e MSNBC. Estima-se que o custo da compra desses horários tenha sido de US$ 1 milhão por emissora. Entretanto, de acordo com estimativa da TV CNN, que se recusou a exibir o comercial, a cifra total é de US$ 5 milhões.
Quem assinou a produção foi o documentarista Davis Guggenheim, responsável pelo filme 'Uma Verdade Inconveniente' do candidato democrata à Presidência derrotado em 2000, Al Gore.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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