Mundo
31/10/2008 - 22h52

Obama evita clima de "já ganhou" e prevê dificuldades na reta final

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colaboração para a Folha Online

O candidato à Presidência dos Estados Unidos pelos democratas, Barack Obama, 47, negou o clima de "já ganhou" e disse que os próximos dias "serão os mais difíceis da campanha", informou nesta sexta-feira o site da rede de TV americana CNN.

Steve Pope /Efe
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"Obamania" se espalha pelo mundo, mas poucos conhecem propostas do candidato

"Não acredite nem por um segundo que essa eleição terminou. Não acredite nem por um minuto que podemos admitir a vitória. Agora é que vamos enfrentar dificuldades", afirmou Obama diante um comício para milhares de pessoas em Columbia, na noite de ontem.

O democrata "advertiu" os eleitores para os prováveis ataques do adversário, John McCain, 72, e disse que "todos devem estar preparados". "Eles vão se voltar contra nós, como já vêm fazendo nos últimos dias, e vocês têm que se unir e se manifestar por meio do voto", disse Obama.

Ontem, em uma entrevista à imprensa americana, Obama entrou em contradição e afirmou que "já teria vencido as eleições". "Eu acho que nós já estamos ganhando agora. Talvez eu esteja fazendo alguma coisa certa", ironizou Obama à repórter da emissora MSNBC Rachel Maddow.

Hoje, durante campanha no Estado de Ohio, McCain afirmou estar "extremamente confiante" na vitória. A candidata a Vice-presidente, Sarah Palin, deverá percorrer amanhã os Estados da Flórida, Carolina do Norte e Virgínia, onde irá fazer dois comícios.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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