Mundo
01/11/2008 - 08h05

Pentágono se prepara para receber próximo presidente

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da Efe, em Washington

Com dois conflitos abertos, no Iraque e no Afeganistão, os funcionários do Departamento de Defesa dos Estados Unidos se preparam para a mudança de governo que ocorrerá após as eleições da próxima terça-feira (4), disse o porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman. "Não importa quem ganhe, os funcionários do Departamento de Defesa trabalharão para garantir uma transição eficiente à nova administração."

O presidente do país é também o comandante-em-chefe das Forças Armadas. Por isso, sendo a vitória do candidato republicano John McCain ou do democrata Barack Obama, a transição é necessária para estabelecer os procedimentos de mudança de comando após o pleito. O vice-secretário adjunto de Defesa, Robert Rangel, foi designado para implementar este processo no departamento.

Goran Tomasevic/Reuters
Soldado americano realiza patrulha na Província de Diyala, no Iraque
Soldado americano realiza patrulha na Província de Diyala, no Iraque

Whitman assegurou que a estrutura de Defesa é "sólida para fazer frente à transição", mas reconheceu que a situação é especial, já que os EUA estão envolvidos em dois conflitos e em operações no mundo. "Por sermos uma nação em guerra, o esforço tem que ser o suficiente para nos assegurarmos de que não deixamos nenhum fio solto, porque a segurança nacional e o apoio a nossas Forças Armadas é de extrema importância para este país."

Os dois candidatos à Casa Branca têm posições divergentes sobre o conflito no Iraque, que foi iniciado em 2003, na gestão do atual presidente, o republicano George W. Bush.

Em relação ao Iraque, McCain quer manter as tropas no país enquanto os comandantes na região julgarem necessário, e Obama promete que uma retirada o mais rápido possível. Em relação ao Afeganistão, os dois, atendendo a pedidos dos comandantes na região, admitem que é preciso enviar mais soldados para combater a insurgência taleban.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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