Pentágono se prepara para receber próximo presidente
da Efe, em Washington
Com dois conflitos abertos, no Iraque e no Afeganistão, os funcionários do Departamento de Defesa dos Estados Unidos se preparam para a mudança de governo que ocorrerá após as eleições da próxima terça-feira (4), disse o porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman. "Não importa quem ganhe, os funcionários do Departamento de Defesa trabalharão para garantir uma transição eficiente à nova administração."
O presidente do país é também o comandante-em-chefe das Forças Armadas. Por isso, sendo a vitória do candidato republicano John McCain ou do democrata Barack Obama, a transição é necessária para estabelecer os procedimentos de mudança de comando após o pleito. O vice-secretário adjunto de Defesa, Robert Rangel, foi designado para implementar este processo no departamento.
| Goran Tomasevic/Reuters |
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| Soldado americano realiza patrulha na Província de Diyala, no Iraque |
Whitman assegurou que a estrutura de Defesa é "sólida para fazer frente à transição", mas reconheceu que a situação é especial, já que os EUA estão envolvidos em dois conflitos e em operações no mundo. "Por sermos uma nação em guerra, o esforço tem que ser o suficiente para nos assegurarmos de que não deixamos nenhum fio solto, porque a segurança nacional e o apoio a nossas Forças Armadas é de extrema importância para este país."
Os dois candidatos à Casa Branca têm posições divergentes sobre o conflito no Iraque, que foi iniciado em 2003, na gestão do atual presidente, o republicano George W. Bush.
Em relação ao Iraque, McCain quer manter as tropas no país enquanto os comandantes na região julgarem necessário, e Obama promete que uma retirada o mais rápido possível. Em relação ao Afeganistão, os dois, atendendo a pedidos dos comandantes na região, admitem que é preciso enviar mais soldados para combater a insurgência taleban.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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