Mundo
01/11/2008 - 22h23

Sarah Palin cai em "pegadinha" de falso Nicolas Sarkozy

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da France Presse, em Montreal

A candidata a vice-presidente dos Estados Unidos, Sarah Palin, foi vítima de uma "pegadinha" neste sábado feita por um comediante canadense de origem francesa, que telefonou para ela se fazendo passar pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy.

Mas, logo, Palin se deu conta da história.

O grupo de Quebec "Justiciers masqués" (justiceiros mascarados), que teve outras personalidades como alvo no passado, pôs a conversa com a candidata em sua página na internet.

Em uma gravação, pode-se ouvir como Sandra Palin recebeu emocionada, a princípio, o telefonema do falso Sarkozy.

"É tão bom ouvi-lo, obrigada por nos telefonar (...) Nós o respeitamos muito; John McCain e eu o amamos", disse Palin que não parecia entender a "pegadinha", apesar do sotaque particularmente forte de "Sarkozy" e de seus comentários escandalosos.

O comediante Sebastien Trudel disse à governadora do Alasca que acompanha de perto as eleições americanas junto com seu assessor em temas americanos Johnny Hallyday --nome de um famoso cantor francês.

Quando o falso presidente disse a Palin que sua esposa Carla Bruni era "quente na cama", a governadora deu uma risada, para logo felicitá-lo por sua "bela família".

Palin disse ao comediante que desejava dar continuidade às relações com Sarkozy se chegar à Casa Branca. "Poderemos ir caçar, juntos."

Trudel respondeu: "Adoro matar animais, tirar vidas, é tão divertido", recebendo outra risada de Palin.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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